quarta-feira, 13 de janeiro de 2021

'NÃO CONSIGO ENTENDER ALIANÇA DO PT COM BOLSONARO', DIZ LÍDER DO MDB.

 


O líder do MDB no Senado, Eduardo Braga (AM), disse ao UOL que foi surpreendido pela decisão da bancada do PT de apoiar a candidatura de Rodrigo Pacheco (DEM-MG) a presidente da Casa. Braga também é pré-candidato ao comando do Senado e falou ao UOL sem ter conseguido ainda conversar com os petistas sobre o assunto. "Procurei os senadores Jaques Wagner (PT-BA) e Humberto Costa (PT-PE), mas ainda não tive retorno. Confesso que não consigo entender uma aliança do PT com o Bolsonaro aqui no Senado.

Na sexta-feira, a pedido da bancada do MDB, o líder do governo no Senado, Fernando Bezerra (MDB-PE), esteve com o presidente da República e pediu que ele não fechasse apoio ao candidato do DEM enquanto o MDB não definisse uma posição. Bolsonaro respondeu ao líder que tinha assumido com o atual presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), o compromisso de apoiar Pacheco. Mas, diante da insistência do líder, disse que voltaria a "pensar no assunto".

 


"Não sei se o Bolsonaro vai mudar de posição. Mas hoje ele apoia o Rodrigo Pacheco. E também não sei se o PT vai voltar atrás, mas hoje eles manifestaram apoio ao candidato do Bolsonaro. Ou seja, o PT fez uma opção política que eu não consigo explicar. Até porque nós tínhamos oferecido as mesmas posições que o Rodrigo Pacheco ofereceu. Então eles escolheram apoiar o Bolsonaro. Não entendo", disse Braga. O líder diz que o MDB continuará insistindo em lançar candidato próprio.

"Teremos candidato único do partido. Não sei se serei eu ou a senadora Simone Tebet (MS), mas temos o compromisso de um apoiar o outro. Vamos conversar e nos acertar na bancada", disse Braga. Outros dois pré-candidatos do partido eram os líderes do governo no Senado, Fernando Bezerra (PE), e no Congresso, Eduardo Gomes (TO). Mas eles já teriam desistido.

 


Eduardo Braga acha que dá para vencer Rodrigo Pacheco, mesmo sem o apoio do PT: "Estamos conversando com o Podemos, o PSDB e os demais partidos. O MDB é a maior bancada e acho que dá vencermos. Vai ser uma disputa boa". Sobre o PT, ele aposta que o partido terá dificuldades de explicar a aliança à opinião pública: "Imagina Jaques Wagner e ACM Neto juntos na Bahia, Humberto Costa e Mendonça Filho em Pernambuco? DEM e PT juntos e com o Bolsonaro. Não dá."

Tales Faria - noticias.uol.com.br/



PT DECIDIU POR APOIO A BOLSONARISTA PARA FUGIR DE SIMONE TEBET


 

A bancada do PT no Senado decidiu apoiar o candidato do DEM ao comando da Casa, Rodrigo Pacheco (MG), depois de concluir que havia risco de Simone Tebet se sagrar candidata pelo MDB. O MDB é a maior bancada. Se tivesse o apoio do PT teria praticamente garantida a eleição de um nome do partido para presidir o Senado. Na sexta-feira, dois dos pré-candidatos do partido haviam desistido de concorrer, os líderes do governo no Congresso, Eduardo Gomes (TO), e no Senado, Fernando Bezerra (PE). Sobraram apenas dois nomes, o líder da bancada, Eduardo Braga (AM), e Simone Tebet (MS), presidente da Comissão de Constituição e Justiça, (CCJ

 


Braga encontrou-se com a bancada do PT na sexta-feira para tentar convencer os petistas a fecharem com o MDB. Foi quando comunicou a desistência de dois dos pré-candidatos, que só sobraram ele e Simone Tebet e que havia uma combinação na bancada de marchar unida em torno do escolhido. O líder emedebista contava com a simpatia dos petistas, apesar do receio de entregar ao MDB o comando da Câmara e do Senado. Mas, perguntado se estava seguro de que seria o escolhido, ele não garantiu. Disse que dependeria dos apoios que a senadora conquistasse nas outras bancadas. Foi o risco de Simone Tebet ser a escolhida dentro do MDB que levou os petistas a desistir definitivamente , na reunião da bancada desta segunda-feira, 11, de apoiar um candidato do partido. Simone não tem a simpatia do PT. Na avaliação dos petistas a senadora é muito próxima do grupo Muda Senado, do Podemos e do PSDB, que apoiaram teses da Operação Lava Jato e do ex-juiz Sérgio Moro. "Somos garantistas", disse ao blog um dos participantes da reunião, explicando porque não aceitam Simone.

 


"Nós gostamos do Braga, mas ele não deu garantias de que vence a Simone. E o MDB pode ganhar na Câmara e acabar ficando muito forte", argumentou outro petista. Um terceiro senador petista, ouvido sob condição de anonimato confirmou: "É isso mesmo. Tudo junto fez a gente apoiar a eleição de Rodrigo Pacheco, independentemente de ele ter o apoio do Bolsonaro. Aqui dentro falam mais alto as questões internas."

Todos concordam: se não houvesse risco de Simone ser a candidata do MDB, o PT poderia decidido apoiar uma candidato do partido. Nesta terça-feira, a bancada do MDB se reúne para decidir quem será o candidato. Sem o apoio do PT para Braga, Simone se tornou a favorita.

noticias.uol.com.br/



TABIRA/PE - INFORMATIVO















 



TABIRA/PE - BOLETIM COVID19





 


terça-feira, 12 de janeiro de 2021

TABIRA/PE - AS MATRÍCULAS PARA AS ESCOLAS DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO ESTÃO ABERTAS!

Entre os dias 06 e 15 de janeiro, as escolas municipais estão realizando as matrículas para o ano letivo de 2021.

Matricule-se nas escolas da rede municipal de Tabira e garanta fardamento, material didático e ainda ganhe brindes!

Para o estudante que escolher matricular-se  nas escolas semi integrais do município, além de garantir o fardamento e material didático terá direito as três (03) refeições diárias.

Garanta sua vaga! As escolas municipais estarão abertas das 8h às 14h para a realização das matrículas!













HUMANIDADE NÃO CONSEGUIRÁ CONTROLAR COMPUTADORES SUPERINTELIGENTES

inovacaotecnologica.com.br

Suponha que alguém programe um sistema de inteligência artificial (IA) com uma inteligência superior à dos humanos, para que ele possa aprender de forma independente.

Conectada à internet, a IA poderia ter acesso a todos os dados da humanidade e então tentaria otimizar tudo; ela poderia substituir todos os programas existentes e assumir o controle de todas as máquinas online em todo o mundo, para que tudo funcionasse da forma mais eficiente possível.

Isso produziria uma utopia ou uma distopia? A IA encontraria a cura para o câncer, promoveria a paz mundial e evitaria um desastre climático? Ou ela iria concluir que a forma mais eficiente de resolver todos os problemas seria destruir a humanidade?

Nosso mundo é fascinado por máquinas e computadores que podem controlar carros, compor sinfonias ou derrotar pessoas no xadrez, Go e outros desafios, mas os cientistas da computação e os filósofos têm-se perguntado se sequer seríamos capazes de controlar uma IA superinteligente, para garantir que ela não representaria uma ameaça à humanidade.




"Uma máquina [computador] superinteligente que controla o mundo parece ficção científica. Mas já existem máquinas que realizam certas tarefas importantes de forma independente, sem que os programadores entendam totalmente como elas aprenderam a fazer o que fazem. Portanto, surge a questão de saber se isso poderia em algum momento se tornar incontrolável e perigoso para humanidade," justifica o professor Manuel Cebrian, do Instituto Max Planck para o Desenvolvimento Humano, na Alemanha.

E as conclusões dos estudiosos nem sempre são animadoras: A equipe internacional liderada por Cebrian fez os melhores cálculos teóricos que o saber científico atual permite para demonstrar que seria fundamentalmente impossível para a humanidade controlar uma IA superinteligente.

Superinteligência Artificial

Os cientistas exploraram duas ideias diferentes de como uma superinteligência artificial poderia ser controlada.

Por um lado, as capacidades da IA superinteligente poderiam ser especificamente limitadas, por exemplo, isolando-a da internet e de todos os outros dispositivos técnicos, para que ela não pudesse ter contato com o mundo exterior. Mas isso tornaria a "IA superinteligente" significativamente menos poderosa, menos capaz de responder às missões e às questões para as quais a humanidade a projetou.

Sem essa opção, a IA poderia ser motivada desde o início a perseguir somente objetivos que atendam aos melhores interesses da humanidade, por exemplo, programando princípios éticos nela. No entanto, os pesquisadores também demonstraram que essas e outras ideias contemporâneas e históricas para controlar a IA superinteligente têm seus limites.



Problema incomputável

Máquinas que controlam máquinas estão entre os riscos existenciais para a humanidade. [Imagem: Iyad Rahwan]

A equipe então concebeu um algoritmo teórico de contenção, que garante que uma IA superinteligente não possa prejudicar as pessoas em nenhuma circunstância, simulando o comportamento da IA primeiro e então interrompendo-a se ela for considerada prejudicial.

Mas uma análise cuidadosa mostra que, em nosso paradigma atual de computação, esse algoritmo não pode ser construído.

"Se você dividir o problema em regras básicas da ciência da computação teórica, verá que um algoritmo que comandaria uma IA para não destruir o mundo poderia inadvertidamente interromper suas próprias operações. Se isso acontecesse, você não saberia se o algoritmo de contenção ainda está analisando a ameaça, ou se ele parou para conter a IA prejudicial. Na verdade, isso torna o algoritmo de contenção inutilizável," disse Iyad Rahwan, membro da equipe.



Com base nesses cálculos, o problema de contenção é incomputável, ou seja, nenhum algoritmo único pode encontrar uma solução para determinar se uma IA produziria danos ao mundo.

Além disso, os pesquisadores demonstraram que podemos nem saber quando as máquinas superinteligentes foram criadas, porque decidir se uma máquina apresenta inteligência superior aos humanos está no mesmo reino do problema de contenção: insolúvel.

Bibliografia:
Artigo: Superintelligence Cannot be Contained: Lessons from Computability Theory
Autores: Manuel Alfonseca, Manuel Cebrian, Antonio Fernandez Anta, Lorenzo Coviello, Andrés Abeliuk, Iyad Rahwan
Revista: JAIR - Journal of Artificial Intelligence Research
DOI: 10.1613/jair.1.12202



 

FORD DESISTIU DO BRASIL HÁ CINCO ANOS

Marli Olmos, no Valor, explica que a Ford não desistiu do Brasil agora, mas há pelo menos cinco anos, quando pôs fim aos programas de investimentos. A fábrica de motores em Taubaté, por exemplo, “perdeu o sentido à medida que não se desenvolviam novos modelos de carros”. 
Houve um sopro de esperança quando Michel Temer prorrogou o programa de incentivos fiscais para montadores das regiões Norte e Nordeste, em 2018.

“Os dirigentes da Ford foram os que mais fizeram lobby”, pela medida, de olho na planta de Camaçari (BA), que passou a concentrar a atividade industrial do grupo. “Mas os incentivos não foram suficientes para segurar a empresa”.

Em 2019, o fechamento da fábrica em São Bernardo do Campo, onde eram produzidos caminhões e carros, acentuou a dinâmica de saída.

E, em dezembro passado, veio a pá de cal quando Lyle Watters, presidente da Ford na América do Sul, anunciou ao presidente argentino, Alberto Fernández, um novo programa de investimentos de US$ 580 milhões para desenvolver a próxima geração da Ranger.

“Ao anunciar um plano de investimentos para o país vizinho e nada para o Brasil, o executivo irlandês deixou claro que o Brasil já não fazia parte da estratégia industrial da companhia.”

Olmos lembra que, numa entrevista naquele dia, “Watters queixou-se da desvalorização do real e do peso argentino, que levavam a uma ‘situação sem precedentes’, agravada pela pandemia”.

“Naquele dia, ele deixou, ainda, claro que a partir de então, a estratégia da companhia seria voltada à preservação da saúde financeira. A Argentina tem uma peculiaridade em relação ao Brasil. Sua economia é altamente dolarizada. Para a indústria, isso facilita o repasse dos custos com desvalorização cambial.”


TABIRA/PE: BOLETIM INFORMATIVO









"FORD GANHOU BASTANTE DINHEIRO AQUI E PODERIA TER RETARDADO ISSO", DIZ MOURÃO.

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

“Não é uma notícia boa. Acho que a Ford ganhou bastante dinheiro aqui no Brasil. Me surpreende essa decisão que foi tomada pela empresa. Uma empresa que está no Brasil há praticamente 100 anos. Acho que ela poderia ter retardado isso aí e aguardado, até porque o nosso mercado consumidor é muito maior do que outros.”



Jornalista Evandro Lira começa nova jornada em emissora da Paraíba

Foto: Evandro Lira O jornalista Evandro Lira está prestes a começar uma nova jornada em sua carreira de mais de 25 anos. Ele foi convidado p...