terça-feira, 29 de novembro de 2022

Pai é preso com base na Lei Henry Borel após agredir filha de 1 ano



Autuado por maus-tratos e injúria, pai da criança teria gritado com a filha, de 1 ano e 7 meses, e jogado a bebê no sofá, em Vicente Pires


Um jovem de 20 anos foi preso pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF)por crime de maus-tratos, com base na Lei Henry Borel, na noite do último domingo (27/11).

O suspeito teria gritado com filha, de 1 ano e 7 meses, e a agredido, na casa onde mora com a mãe da criança, de 33, além de quatro enteados.

A avó paterna da menina acionou a polícia após ouvir o filho gritar e xingar a criança durante toda a tarde de domingo. A mãe do suspeito disse que a bebê chorou por horas e, quando mandou mensagem à nora para saber o que acontecia, descobriu que o investigado estava “metendo a porrada” na filha.

A família mora no mesmo terreno da avó materna, em uma chácara de Vicente Pires, e os pais da bebê seriam dependentes químicos. O suspeito, que teria jogado a criança no sofá, havia agido de maneira semelhante anteriormente, segundo testemunhas.

A mãe do investigado contou à polícia que criava a neta porque o pai demonstrava não ter paciência com a criança. Também relatou que o filho é agressivo não só com a menina, mas também com os quatro enteados.

A criança passou por avaliação e não apresentava lesões aparentes. Os envolvidos foram levados para a 38ª Delegacia de Polícia (Vicente Pires), onde o pai da criança foi autuado por maus-tratos e injúria.

Acionado para acompanhar o caso, o Conselho Tutelar de Vicente Pires determinou a entrega a criança, sob medidas protetivas, aos cuidados provisórios da avó.

Por Nathália Cardim, Mirelle Pinheiro,Carlos Carone

9 em cada 10 sequestros de SP são 'golpes do Tinder'; entenda como agem os criminosos


Um homem conhece uma mulher em um aplicativo de relacionamento, troca mensagens e, tempos depois, eles marcam um encontro. Mas, ao chegar ao local, o homem é sequestrado por uma dupla ou grupo armado. E o que seria um momento especial se torna um pesadelo que chega a durar dias. A vítima sofre tortura psicológica e algumas vezes até física enquanto têm suas contas esvaziadas.

A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP) afirmou à BBC News Brasil que "mais de 90% dos sequestros registrados em São Paulo são feitos a partir de relacionamentos formados a partir de perfis falsos criados em aplicativos como o Tinder.

Apenas em 2022, a SSP informou que a Divisão Antissequestro do Dope, unidade especializada em sequestro da Polícia Civil paulista, esclareceu 94 ocorrências desse tipo, prendeu 251 suspeitos e apreendeu 9 adolescentes infratores.

Segundo a pasta, os criminosos estudam suas vítimas. "Observam usuários que ostentam poder econômico nas redes sociais e marcam um encontro na casa da 'isca', abordando as vítimas geralmente em ruas desertas'', informou por meio de nota.

Em meados deste mês, um médico do Hospital das Clínicas foi sequestrado e mantido em cárcere por cerca de 14 horas após marcar um encontro por meio de um aplicativo de relacionamento em Pirituba, na zona norte de São Paulo.

A vítima só foi liberada após os criminosos fazerem transações bancárias por meio de empréstimos, compras e transferências no valor total de R$ 75 mil.

Mas como evitar situações como essas e identificar possíveis criminosos que atuam nesses aplicativos?.

A BBC News Brasil conversou com policiais e especialistas em segurança digital para entender como essas quadrilhas atuam e quais são os principais sinais de que o encontro seja apenas uma armadilha para um crime.

O Tinder, principal aplicativo de namoro citado por policiais e vítimas de sequestro , foi questionado sobre quais ferramentas e métodos de segurança existem na plataforma para evitar esses golpes, mas não respondeu até a publicação desta reportagem.

Como as vítimas são escolhidas

Um tenente da Polícia Militar que atua na zona norte de São Paulo e pediu para não ser identificado afirma à reportagem que as vítimas são geralmente homens mais velhos e financeiramente bem-sucedidos.

"São pessoas acima de 40 anos, solteiras, que geralmente são comerciantes ou possuem pequenas empresas. São pessoas com alguma posse. A maior parte atrai a vítima pelo Tinder, com mensagens sedutoras e um pedido de encontro o mais rápido possível", diz ele.

As vítimas, segundo o policial, são escolhidas pelo aplicativo de acordo com as informações que ela passa, como fotos e profissão. Os principais alvos são aqueles que publicam fotos em viagens internacionais e ao lado de carros de luxo.

"Os encontros geralmente são marcados em bairros mais afastados entre o fim da tarde e início da noite. Um dos casos que atendi, um homem tinha tentado marcar o encontro com uma mulher em um shopping, mas ela disse que estava doente e lamentava não poder sair de casa para encontrá-lo. Ele acabou se iludindo com a situação e foi até o local encontrar o par romântico, mas foi sequestrado", conta

O policial disse que a maneira de agir de cada quadrilha varia de acordo com o perfil de cada vítima. Ele diz que a vítima geralmente não está atrás de um romance, mas apenas de um encontro rápido, sem compromisso.

"Pelo que a gente conversou com as vítimas, o encontro presencial acontece depois de um ou dois dias após o primeiro contato no aplicativo. O cara acredita que a mulher vai para o 'vamos ver' com ele sem muita frescura.".

Crime subnotificado

O policial disse acreditar que existe subnotificação desses crimes por diversos motivos. O primeiro deles é a vergonha que muitas vezes a vítima tem de fazer um boletim de ocorrência para registrar o caso. Algumas vezes isso é causado por ela estar em um relacionamento ou por sentir que foi ingênua em cair num golpe como esse.

"O que acontece são os casos que a gente retira a vítima do cativeiro. Não sei se os números da SSP englobam todos os outros casos que não são resolvidos pela divisão, mas sim pelo policiamento local", afirma o policial.

Ele diz também que vítimas comprometidas preferem não dizer que caíram no "golpe do Tinder" para que o parceiro não descubra. O mais comum é que essas vítimas digam que foram roubadas na rua e, na sequência, sequestradas.

Um dos policiais disse que o que mais o impressiona é a frequência de casos de homens com alto poder aquisitivo e formação acadêmica que caem nesses golpes por toparem ir a bairros mais distantes para terem encontros românticos.

Os policiais explicam que, na maior parte das vezes, o desaparecimento da vítima só é identificado no dia seguinte ao sequestro, quando a família da vítima sente falta dela.

"Alguém da família nota que a pessoa desapareceu e dão o alerta. Eles passam a localização de onde foram os últimos contatos com ela. Algumas vezes, moradores também relatam movimentações estranhas. Eu nunca peguei caso de vítima que foi levada para o mesmo cativeiro, mas a região é a mesma. Algumas vezes até na mata", relata o policial.

Sinais de alerta

Especialista em segurança digital da Safernet, Guilherme Alves afirma que os aplicativos de namoro são usados por criminosos para cometer principalmente crimes de estelionato fora da plataforma.

"Um ponto importante é entender o que é responsabilidade da plataforma. O que acontece fora dela foge da esfera da empresa, mas é possível solicitar na Justiça dados sobre o perfil golpista, caso haja algum crime, como localização", afirmou.

Segundo Guilherme Alves, o Marco Civil prevê que as empresas armazenem as informações dos usuários e conversas por ao menos 6 meses.

Ele explica que, em alguns casos, os golpistas não usam fotos e perfis falsos, mas sim pessoas reais para atrair as vítimas. Mandam áudios e mandam fotos reais da pessoa com quem a vítima conversa.

Mas o especialista alerta para alguns sinais comuns entre os golpistas.

"Se for um golpe de catfishing [em que uma identidade falsa é criada na internet], o perfil é sim falso e há situações em que o criminoso tenta levar a pessoa para outra plataforma, como WhatsApp, saindo do aplicativo de paquera. Em alguns casos, o golpista alega que excluiu o perfil da plataforma com a justificativa de que quer algo sério", afirmou.

Guilherme Alves identificou diversos comportamentos que são um sinal de alerta para quem está conhecendo uma pessoa na plataforma e pretende marcar um encontro presencial.

"Excluir o perfil da plataforma após o primeiro encontro pode sinalizar que a pessoa queira esconder informações. Outro ponto são pessoas que querem marcar encontros muito rápido e saírem da plataforma para conversar no WhatsApp. Encontros em locais privados também devem ser evitados", disse o especialista em segurança cibernética.

Ele recomenda que o ideal é sempre guardar registros das conversas, do perfil e marcar encontros sempre em locais públicos de grande movimentação de pessoas, como um shopping. Ele ressalta ainda que o golpe pode ocorrer mesmo após os primeiros encontros.

"Em um caso que atendi, a vítima teve dois encontros com o criminoso, mas só no terceiro que ele roubou a moça e sumiu", conta à reportagem.

Fenômeno nacional?

A reportagem conversou com policiais de outras regiões do país para entender se esse crime se espalhou pelo país. No entanto, as autoridades policiais disseram que a incidência desses golpes envolvendo aplicativos de namoro são mais comuns nas grandes metrópoles.

O secretário de Segurança Pública em Pontaporã, no Mato Grosso do Sul, Marcelino Nunes afirma que esse crime ocorre na região que faz fronteira com a cidade paraguaia de Pedro Juan Caballero, mas com uma frequência pequena.

"O que a gente percebe é que são pontuais e não são feitos por quadrilhas. São pessoas que acabam sendo lesadas financeiramente ou vítimas de violência, mas sem sequestro. O crime mais comum que atendemos envolvendo esses aplicativos é o chamado estelionato digital. Já houve casos em que o criminoso simula uma dívida e pagamento de exames médicos como forma de extorsão por meio desses relacionamentos", afirma.

Policiais de Santa Catarina ouvidos pela reportagem também disseram que esses crimes envolvendo aplicativos de namoro são incomuns na região.

Por Felipe Souza

Câmeras flagram homem agredindo negros com cassetete e cão em Curitiba




Pelo menos dois supostos ataques racistas foram registrados em Curitiba pelo mesmo agressor. Os casos foram registrados na semana passada e gravados por câmeras de segurança em ruas do centro da capital paranaense.

A primeira ocorrência foi na última terça-feira (22), contra o músico negro Odivaldo Carlos da Silva, conhecido na região como Neno. Ele andava pela rua Doutor Faivre, quando foi agredido por um homem identificado como Paulo Cezar Bezerra da Silva. O suspeito usava um cassetete e estava com um cachorro agressivo

"Esse homem já chegou movido por ódio racial e começou a falar que 'negro tem que morrer', que ele é 'um negro sujo', sem que houvesse qualquer tipo de discussão entre eles. Neno levou cinco golpes de cassetete na cabeça, está mancando, com o olho bem machucado e talvez precise de uma cirurgia no maxilar", disse o advogado do músico, José Carlos Portella Junior.

A vítima, que mora perto do local que foi agredido, relatou em depoimento que não conhece Paulo.

"O que mais me assusta é que tudo isso foi em plena luz do dia, durante a semana e com bastante gente circulando pelo local. Ele ainda está com muito medo e bem abalado", afirmou o advogado.

Algumas pessoas que passavam pela rua também foram ameaçadas. "Fiquei paralisada quando vi tudo isso e foi realmente um crime de ódio. Ele me ameaçou e pediu para calar a boca. Sou negra e quando vi a cena, senti as chibatadas nos meus ancestrais. Vi muita violência e foi um choque muito grande. Agora tenho que andar disfarçada, já que tenho muito medo de encontrar esse homem na rua", relatou uma testemunha, que prefere não ter o nome divulgado.

Mais um caso investigado. Um dia depois, na quarta-feira (23), outro vídeo que circula nas redes sociais mostra o mesmo agressor atacando uma pessoa em situação de rua, também no centro de Curitiba, na rua Franscisco Torres. A identidade da vítima, por enquanto, não foi divulgada.

"O nosso mandato recebeu novas imagens de outro ataque do racista que está espancando pessoas negras na cidade, confundidas por ele como pessoas em situação de rua. É inaceitável que esse sujeito ainda esteja livre pelas ruas. Racismo é crime e não pode ficar impune", postou nas redes sociais a vereadora e agora a primeira deputada federal negra eleita no Paraná, Carol Dartora (PT).

Investigação. A Secretaria de Segurança Pública do Paraná foi procurada pela reportagem e informou que no primeiro boletim de ocorrência, registrado pela Polícia Militar em 22 de novembro, não foi mencionada a injúria racial nas agressões. As informações de injúrias de cunho racial, conforme o órgão, foram mencionadas somente em complemento do boletim de ocorrência registrado pela família da vítima, dois dias depois.

O músico e o suspeito de ser o agressor já foram intimados para prestar depoimento sobre o caso. O homem não foi preso e deve prestar esclarecimentos hoje.

"Inicialmente, a polícia achou que se tratava de uma agressão leve, que não constava injúria racial, por isso liberou o agressor. Dois dias depois, caiu a ficha do Neno e ele mobilizou todo mundo para fazer pressão e pedir justiça por tudo que aconteceu. Isso é racismo e tentativa de homicídio", finaliza o advogado do músico.

A Defensoria Pública do Paraná abriu um procedimento administrativo, de natureza cível, para acompanhar o caso.

Em nota, o Núcleo da Cidadania e Direitos Humanos afirma que "pedirá informações aos órgãos de investigação sobre o episódio e cobrará que o caso seja esclarecido rapidamente. A Defensoria também vai trabalhar para colaborar com o Ministério Público do Paraná com subsídios na investigação de crime".

Em relação ao outro vídeo, a Polícia Civil afirma que segue investigando o caso e que não vai passar mais detalhes para não atrapalhar as investigações.

A reportagem tenta contato com o homem suspeito de ser o responsável pelas agressões, mas ele ainda não se pronunciou sobre o assunto e não tem defesa constituída.

Por Lorena Pelanda

segunda-feira, 28 de novembro de 2022

Com requintes de crueldade, professora e morta pelo marido em Buique


Em Buíque no agreste do estado, a notícia de uma tragédia acaba de deixar a população em estado de choque, pela maneira de como aconteceu, e com o tamanho de crueldade que foi praticada vitimando a professora e ex diretora da Escola Carolina Guedes Rosa Farias.

De acordo com as informações colhidas agora a pouco por volta das 19 horas, como era de rotina, a professora Rosa Farias tinha como destino certo todos os dias levar o almoço e medicar sua mãe, que também e mãe do sargento Peninha.

Não comparecendo a casa de sua genitora como de costume, nem tão pouco atender as ligações, familiares da vítima acharam estranho a sua ausência, e por iniciativa própria uma sobrinha resolveu ir até a residência da professora para saber o que estava acontecendo.

Chamando a tia por diversas vezes, e percebendo que Rosa Farias não estava respondendo, a sobrinha suspeitou que algo estava errado porque Rosa não costumava deixar de dar notícias a família e nem tão pouco de visitar sua mãe diariamente.

Estranhando a ausência e a falta de comunicação, um sobrinho resolveu verificar o que havia acontecido com a tia, então tomou a iniciativa de estacionar um caminhão e escalar o primeiro andar para entrar pela porta de cima.

Ainda segundo as informações, ao entrar na residência para verificar o que tinha acontecido, o rapaz entrou em choque quando viu sua tia, a professora Rosa Farias morta em cima de sua com um corte profundo no pescoço.

Em choque, o rapaz conseguiu quebrar a porta de entrada e acionou a polícia para tomar as devidas providências, haja visto que o principal suspeito de praticar o crime com requintes de crueldade é seu companheiro que não se encontrava no local e não foi visto pelos vizinhos durante todo dia de sábado (26) e já é considerado foragido.

Motivos e horário do assassinato ainda não se têm essas informações, isso porque a professora foi encontrada morta por volta das 18:30 hs deste sábado.

Por Mais Pajeú

Acidente neste domingo em Serra Talhada deixa uma pessoa morta


O Corpo de Bombeiros foi acionado para uma ocorrência de capotamento, com vítima presa nas ferragens.

Ao chegar ao local da ocorrência, PE-365 em Serra Talhada, foi observado um veículo, há cerca de 20 metros da rodovia, com a parte superior para o chão e as rodas para o alto, adjacente a uma parede de alvenaria, com uma vítima do sexo feminino de 19 anos dentro do veículo e outra vítima do sexo masculino de idade não informada fora do veículo há cerca de 3 metros em óbito, confirmada pela equipe do Samu que já se encontrava no local.

A vítima que estava dentro do veículo se encontrava na parte do passageiro ao lado do motorista. primeiramente, foi necessário estabilizar o veículo. para acessar o veículo foi necessário utilizar o desencarcerador e com ele realizar a abertura da porta traseira direita do veículo. Após abertura da porta, foi possível acessar a vítima e realizar a retirada com o uso da mini prancha e da prancha rígida.

A vítima foi entregue a equipe do Samu, sob o comando da equipe médica de plantão. O veículo e a segunda vítima em óbito permaneceram aos cuidados da PMPE.

Por Mais Pajeú

Homem e preso em SP com acervo nazista


Um homem de 27 anos é suspeito de ser proprietário de objetos que fazem apologia ao nazismo, apreendidos em Cordeirópolis, interior de São Paulo. Ele foi preso em flagrante pela Polícia Civil na sexta-feira (25)

De acordo com a Secretaria de Segurança Pública (SSP), os objetos eram comercializados na internet. Os compradores também serão investigados.

Na residência do suspeito, foram encontrados bandeiras e broches nazistas, livros relacionados ao nazismo e munições gravadas com suástica, símbolo nazista

Também foram apreendidas armas, granadas e lança-chamas, além de artefatos de guerra históricos, como capacetes, insígnias, óculos de aviadores, medalhas, facas e braceletes. A Polícia Civil também encontrou manequins vestidos com roupas de soldados.

"Ele [o suspeito] nega que seja nazista ou que nutra algum sentimento positivo com relação a esta ideologia. Diz apenas que é um colecionador, grande admirador de fatos e artefatos históricos, apesar de comercializá-los", disse o delegado responsável pelo caso, Leonardo Burguer

Acervo estava em quarto trancado

Segundo Burguer, o material apreendido estava escondido em um quarto trancado e com alarme, na casa onde o suspeito morava com os pais.

O suspeito era investigado pela Polícia Civil havia mais de um mês. "A investigação partiu de denúncias. Nós confirmamos a veracidade dos fatos e solicitamos o mandado", explicou o delegado.

"A equipe do Grupo Especial de Reação (GER) da Polícia Civil da capital foi acionada para desmontar os artefatos explosivos, além de detonar duas granadas em uma região rural da cidade", informou o boletim de ocorrência.

O suspeito foi encaminhado para o Centro de Detenção Provisória (CDP) de Limeira e deve responder por posse ilegal de arma de fogo, posse de munição de uso restrito e racismo, devido à comercialização de símbolos nazistas.

Por Laís Seguin

sexta-feira, 25 de novembro de 2022

Assassino que invadiu escolas e deixou três mortos e 16 feridos em Aracruz é preso





Assassino entrou armado em duas escolas e matou três pessoas e deixou 16 feridas.


O assassino que invadiu duas escolas e deixou três pessoas mortas e outras 16 feridas em Aracruz, no Espírito Santo, foi preso no início da tarde desta sexta-feira (25).

A informação foi confirmada pelo governador Renato Casagrande (PSB) pelo Twitter. Na publicação, ele disse que equipes de segurança conseguiram prender o atirador.

Ele foi preso cerca de quatro horas após o ataque em sua casa, em Aracruz. Detalhes da identidade do assassino não foram divulgadas pela polícia. Segundo a polícia, ele havia usado um carro na ação e na fuga. O veículo estava com a placa parcialmente encoberta, mas pelos números restantes foi possível identificar o endereço do atirador.


O ataque

O crime aconteceu por volta das 9h30 na Escola Estadual Primo Bitti e em uma escola particular que fica na mesma via, em Praia de Coqueiral, a 22 km do centro da cidade. Aracruz, onde o ataque aconteceu, fica a 85 km ao norte da capital.

Segundo a Secretaria de Segurança Pública, o assassino invadiu a escola estadual com uma pistola e fez vários disparos assim que entrou no estabelecimento de ensino. Depois, foi até a sala dos professores e fez novos disparos. Na unidade, dois professores foram mortos.


Na sequência, ele deixou o local em um carro e seguiu para a escola particular Centro Educacional Praia de Coqueiral, que fica na região. Na unidade, um aluno foi morto.

Ao todo, dois professores e um aluno foram mortos. As identidades e idades não foram divulgadas. Onze pessoas foram baleadas, uma delas teve de ser resgatada pelo helicóptero ao hospital.

Segundo os dados do Censo Escolar de 2021, a escola Primo Bitti tem cerca de 500 alunos matriculados. O governo estadual não confirmou quantos alunos estavam no local no momento do atentado.

Por Fabiana Oliveira, Juirana Nobres e Viviane Lopes

Homem invade banheiro de bar, rasga roupa de mulher e tenta estuprá-la


Imaginando estar segura, uma mulher que resolveu usar o banheiro de um bar, no Gama, foi agarrada, teve a roupa rasgada e quase foi estuprada por um homem, na noite de terça-feira (22/11). Apesar de o criminoso ter usado as mãos para cobrir a boca da vítima, ela conseguiu gritar e se desvencilhar. O suspeito, que não teve o nome divulgado, acabou espancado por pessoas que estavam no estabelecimento e acabou preso pela Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF).

A coluna apurou que a mulher atacada no bar Potiguar participava de uma festa de aniversário com amigos e familiares, quando resolveu usar o sanitário, que fica no andar de cima do restaurante. Por ficar em outro pavimento, o local é pouco movimentado e não há circulação de funcionários. Quando entrou no banheiro, ela foi abordada pelo criminoso.

Ao ouvir os gritos de socorro, o grupo que estava na mesa subiu correndo e encontrou o agressor escondido dentro do banheiro feminino. O suspeito acabou espancado antes da chegada de uma equipe da PMDF. Ferido, o homem foi levado para o Hospital Regional do Gama (HRG) e, depois, para a 20ª Delegacia de Polícia (Gama).

Autuação

O caso, no entanto, será apurado pela 14ª DP, responsável pela área onde fica o Potiguar. A coluna apurou que o homem deverá ser indiciado por tentativa de estupro. Após o crime, a vítima passou por exame de corpo de delito no Instituto Médico Legal (IML), no Departamento de Polícia Especializada (DPE).

Procurados pela reportagem, os responsáveis pelo bar se posicionaram sobre a tentativa de estupro dentro do estabelecimento. Leia abaixo a nota do bar Potiguar:


Por Carlos Carone,Mirelle Pinheiro

Homem é preso por provocar incêndio na casa da ex-companheira e matar gato dela



A Polícia Civil divulgou na última quarta-feira (23) que prendeu um homem suspeito de atear fogo na casa da ex-companheira e provocar a morte do animal de estimação dela, um gato, na cidade de Buíque, no Agreste de Pernambuco.

O crime ocorreu na última terça-feira (22). Antes de atear fogo na casa, o homem teria ameaçado de morte e agredido a ex-companheira. Ela foi socorrida pelo filho e o homem fugiu do local do crime.

À noite, no mesmo dia, a vítima saiu de casa e procurou abrigo na casa de familiares porque estava com medo de permanecer no local. O suspeito voltou e incendiou o imóvel. O incêndio criminoso acabou provocando a morte do gato da ex-companheira.

De acordo com a polícia, os vizinhos ajudaram a apagar o incêndio. “Infelizmente, um animal doméstico acabou não resistindo às chamas e foi consumido pelo fogo. Mais um caso de violência doméstica acaba mal”, afirma o delegado responsável pelo caso, Vicente Dessoto Cavalcanti. (G1)

Por Mais Pajeú

quinta-feira, 24 de novembro de 2022

Filha de mulher morta a golpes de halteres é apreendida; adolescente é apontada como autora do crime


A Polícia Civil de Pernambuco cumpriu na tarde desta quarta-feira (23) um mandado de busca e apreensão contra a filha de Thamires Maria da Silva, que foi morta a golpes de halteres no dia 22 de outubro, na Vila Andorinha, em Caruaru, Agreste de Pernambuco. A adolescente é apontada pela polícia como autora do crime.

Inicialmente, a polícia acreditava que a mulher teria sido morta durante uma tentativa de assalto na própria residência, na Rua Oscar Niemayer. Entretanto, as investigações apontaram que o crime foi cometido pela filha da vítima, uma adolescente de 15 anos, que era a única pessoa que estava na residência no momento do crime.

A polícia informou que a motivação do crime foi a desaprovação da vítima com um relacionamento amoroso vivido pela filha. A adolescente teria sido submetida a um aborto em razão de gravidez indesejada pela família e a mãe teria incentivado o ato.

Durante a investigação, foram ouvidas diversas testemunhas, recolhido documentos, bem como realizadas perícias que demonstraram a autoria e motivação do crime. A adolescente foi recolhida para a instituição de amparo a menor infrator e ficará à disposição da Vara da Infância e Família, segundo a polícia.


Relembre o caso

Thamires Maria da Silva, de 33 anos, foi morta na madrugada do dia 22 de outubro deste ano. A vítima foi encontrada morta após ter sido atingida por halteres, um equipamento utilizado em academias de musculação.

Na época, a filha disse à polícia que escutou um barulho e, quando foi verificar, encontrou a mãe sem vida. O corpo foi encaminhado ao Instituto de Medicina Legal (IML) de Caruaru e a polícia deu início às investigações do caso.


Por G1





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