quinta-feira, 24 de novembro de 2022

Adolescente agride avô e tenta se matar na frente de policiais


 Policiais militares levaram uma adolescente à delegacia depois de a jovem agredir o avô e tentar se matar. O caso ocorreu por volta das 23h dessa quinta-feira (23/11), em Brazlândia.

Vizinhos da família acionaram a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) para atender uma ocorrência de violência doméstica. Quando as equipes chegaram ao local, o avô relatou aos PMs que a neta estava descontrolada, quebrava vários objetos da casa e ameaçava a vítima de morte.

Na casa, também estava a mãe da adolescente, muito nervosa e chorando. Os PMs entraram na casa e tentaram acalmar a adolescente.

Com ela, encontram pequenas quantidades de maconha e LSD. Momentos depois, a garota correu para a cozinha, pegou uma faca e atentou contra a própria vida, mas foi contida pelos policiais.

Após o ocorrido, a jovem se acalmou e foi levada para a Delegacia da Criança e do Adolescente (DCA), onde foi autuada por ato infracional análogo aos crimes de ameaça, bem como uso e porte de drogas.

Por Mirelle Pinheiro,Carlos Carone

Vídeo divulgado nas redes mostra ameaça feita a sueca mantida em cárcere privado no Morro da Babilônia: 'Vou quebrar esse telefone'



Turista conheceu Rafael Lemos de Souza na Pedra do Sal e passou cerca 10 dias em sua casa. Ela relatou para amigas em vídeo que era impedida de sair. Homem tem 4 outras passagens na polícia de violência contra mulher.

Um vídeo enviado pela sueca Penelope Brunnström, que foi mantida em cárcere privado no Morro da Babilônia, na Zona Sul do Rio, alertou amigas que ela era impedida de deixar a comunidade. Após o envio do vídeo, a polícia foi acionada e libertou a turista.

O g1 teve acesso à gravação, na qual é possível ver Rafael Lemos de Souza, preso nesta segunda por suspeita de ter mantido a sueca em cárcere, ameaçando a europeia.

“Estou aqui agora, esse homem não quer me deixar ir”, diz Penelope no vídeo, em inglês.

“Eu quero ir”, acrescenta. Em seguida, pergunta em português: “Posso deixá-lo?”

Rafael responde: “Não”. E acrescenta: “Vou quebrar esse telefone. Vou quebrar ele, todo. Quebrar. Apaga essa p*, agora. Deleta esta c*“.

A sueca já voltou para a Europa. Policiais da Delegacia Especial de Apoio ao Turismo (Deat) prenderam Rafael em flagrante. A prisão foi feita com o auxílio de polícias militares da UPP Babilônia - Chapéu Mangueira.


Chaves e celular retidos


A sueca conheceu o homem na Pedra do Sal, no Centro do Rio, há 20 dias e há 10 foi morar com ele. Ela retornaria para a Europa nesta terça. Segundo a polícia, durante o período, Rafael começou a ficar violento verbalmente, e ela disse que queria ir embora.

Ele, então, teria retido as chaves do apartamento e o telefone dela. No sábado, mesmo assim, Penelope mandou mensagem para amigas que conheceu na praia, e elas foram à delegacia fazer a denúncia.

Ainda segundo a Polícia Civil, Rafael responderá por crime contra a liberdade pessoal. Ele tem 4 outras passagens na polícia de violência contra mulher. A prisão de Rafael foi convertida para preventiva na audiência de custódia.

Por G1

Bolsonaro corta 1,6 milhões dr verba para água potável no Nordeste


A operação Carro-Pipa, do governo federal, que leva água potável às famílias no semiárido nordestino há mais de 20 anos, teve os recursos cortados neste mês, levando os caminhões a pararem o fornecimento do produto a moradores do interior no Nordeste.

Segundo a planilha do Exército, que coordena a operação, 1,6 milhão de pessoas teriam direito ao abastecimento em novembro em oito estados do Nordeste, mas estão prejudicadas.

A coluna apurou que o primeiro estado a ter o abastecimento suspenso, logo no início do mês, foi Alagoas. Já em Pernambuco, Paraíba e Bahia, a paralisação foi informada apenas na quinzena final de novembro, assim como vem ocorrendo nos demais estados, com os caminhões deixando de prestar o serviço à população.No documento do dia 14, assinado pelo coronel Paulo Francisco Matheus de Oliveira, o Exército informa que “o recebimento parcial de recursos financeiros para atender a execução do serviço será somente para até o dia 15 de novembro corrente”

Por AfogadosFM

Moraes rejeita anular votos do 2º turno e multa coligação de Bolsonaro em R$ 22,9 milhões


O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Alexandre de Moraes, rejeitou nesta quarta-feira (23) a ação apresentada pela coligação do presidente Jair Bolsonaro (PL) para invalidar os votos de 59,2% das urnas eletrônicas usadas no segundo turno da eleição. Além disso, condenou a coligação formada pelos partidos PL, PP e Republicanos a pagar uma multa de R$ 22,9 milhões por "litigância de má-fé".

O ministro considerou que as legendas acionaram a Justiça com o intuito de tumultuar o processo eleitoral já finalizado. A coligação apresentou uma ação no TSE solicitando que os votos computados em 279.336 urnas de modelos anteriores a 2022 fossem invalidados com base em uma auditoria contratada pelo Partido Liberal (PL) de Valdemar da Costa Neto. A auditoria alega ter identificado "fatos e indícios" de problemas nos dispositivos mais antigos.

"A total má-fé da requerente em seu esdrúxulo e ilícito pedido, ostensivamente atentatório ao Estado Democrático de Direito e realizado de maneira inconsequente com a finalidade de incentivar movimentos criminosos e anti-democráticos que, inclusive, com graves ameaças e violência vem obstruindo diversas rodovias e vias públicas em todo o Brasil, ficou comprovada, tanto pela negativa em aditar-se a petição inicial, quanto pela total ausência de quaisquer indícios de irregularidades e a existência de uma narrativa totalmente fraudulenta dos fatos", escreveu Moraes na decisão.

No mesmo despacho, o presidente do TSE determinou ainda: 1) o bloqueio e a suspensão dos repasses do Fundo Partidário aos partidos citados até que a multa seja quitada; 2) a abertura de um processo administrativo pela Corregedoria-Geral Eleitoral para apurar "eventual desvio de finalidade na utilização da estrutura partidária, inclusive de Fundo Partidário"; e 3) a inclusão da auditoria do PL no inquérito do Supremo Tribunal Federal (STF) que investiga a atuação de uma suposta milícia digital para atacar a democracia e as instituições.

"Os Partidos Políticos, financiados basicamente por recursos públicos, são autônomos e instrumentos da Democracia, sendo inconcebível e inconstitucional que sejam utilizados para satisfação de interesses pessoais antidemocráticos e atentatórios ao Estado de Direito, à Justiça Eleitoral e a soberana vontade popular de 156.454.011 (cento e cinquenta e seis milhões, quatrocentos e cinquenta e quatro mil e onze) eleitoras e eleitores aptos a votar", escreveu Moraes no despacho desta quarta.

Na terça-feira, logo após o ajuizamento da representação, o ministro havia intimado a coligação a ajustar o pedido para abranger também a invalidação dos votos de primeiro turno registrados nas mesmas urnas. Mas, nesta quarta, a coligação informou ao TSE que manteria apenas os questionamentos aos votos computados no segundo turno. Em despacho, Alexandre de Moraes tinha concedido 24 horas para a coligação aditar a ação (fazer o acréscimo das urnas usadas no primeiro turno). Ao fazer isso, ele buscou desestimular o avanço do processo, mas o partido insistiu na tese da ação.

"O aditamento era absolutamente necessário por uma questão evidente de coerência, com todas as consequências processuais que daí adviriam, inclusive, e no mínimo, a citação de candidaturas outras como litisconsortes passivos necessários. Ademais, ainda que – por hipótese – a discussão pudesse ficar restrita ao Segundo Turno das Eleições 2022, não haveria nenhuma razão para que o alegado vício ou suposto mau funcionamento de urnas eletrônicas – se existisse – fosse discutido apenas no que toca às eleições para Presidente da República", argumentou o presidente do TSE.

O pedido original do PL pretendia validar somente os resultados gerados por 192.691 mil urnas do modelo mais recente, fabricado em 2020, que correspondem a 40,8% do total das 472.027 máquinas usadas na eleição. Nessas urnas, o presidente Jair Bolsonaro teria vencido a disputa do segundo turno, com 51,05% dos votos, contra 48,95% de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). No resultado geral, com todas as urnas, o petista venceu com 50,9% dos votos, contra 49,1% de Bolsonaro.

A coligação de Bolsonaro havia pedido para invalidar parte dos votos sob a alegação de mau funcionamento das urnas dos modelos de 2009, 2010, 2011, 2013 e 2015, que teriam gerado “logs” (arquivos digitais, que registram todas as atividades da máquina) com o mesmo número de identificação, quando deveriam gerar códigos individualizados. A coligação do presidente alegou que essa falha também torna incertos os resultados que apresentaram. Isso não teria ocorrido nas urnas mais novas, de 2020.

Ao rejeitar a ação, nesta quarta, Moraes citou parecer da Secretaria de Tecnologia da Informação do TSE que diz que todas as urnas são identificadas individualmente por outro número, do “código de carga”. Com base nisso, ele afirmou que os argumentos da coligação de Bolsonaro “são absolutamente falsos, pois é totalmente possível a rastreabilidade das urnas eletrônicas de modelos antigos”.

“O código da carga é um número gerado a partir do ‘código de identificação da urna’, da identificação da seção, da data e hora da carga da urna, do identificador do conjunto dedados e de um número aleatório; O ‘código da carga’ é o elemento que efetivamente identifica uma urna no processo eleitoral e permite a total rastreabilidade dos resultados produzidos pelo equipamento. Esse código é gravado no arquivo de log da urna eletrônica; O ‘código da carga’ e o ‘ID Urna’ são partes integrantes dos Boletins de Urna. Logo, é descabida a afirmação de ‘incerteza’ quanto a autenticidade do resultado, pois os arquivos estão explicitamente associados”, diz o documento citado.

Com base nisso, Moraes afirmou que "as urnas eletrônicas, de todos os modelos, são perfeitamente passíveis de plena, segura e clara identificação individual, uma a uma" e que os mecanismos de identificação das máquinas são "coexistentes", "múltiplos" e "redundantes", para "garantia e resguardo da identificação individual das urnas". "Também é assim para proteger e resguardar os próprios votos sigilosos depositados nas urnas eletrônicas."

Ao intimar a coligação de Bolsonaro para incluir no pedido a invalidação dos votos computados nas urnas mais antigas no primeiro turno, Moraes buscou desestimular o avanço do processo. Isso porque, assim, a coligação estaria colocando em risco praticamente toda a eleição, pois as urnas antigas foram distribuídas por todo o país. A invalidação de todos os votos registrados por elas levaria, no limite, a uma nova totalização dos votos para todos os cargos, inclusive dos 99 deputados federais e os 8 senadores eleitos pelo PL, partido de Bolsonaro. Todos eles passariam a fazer parte do processo, inviabilizando-o na prática.

Nos bastidores, porém, dirigentes e parlamentares mais experientes do PL, que não são tão próximos de Bolsonaro, admitem que a ação no TSE tinha poucas chances de prosperar. Eles consideram impossível que a Corte, em sua atual composição e sob o comando de Alexandre de Moraes, atendesse a qualquer pedido que pudesse gerar ainda mais dúvidas sobre o processo eleitoral e tumultue a transição para o novo governo.

O próprio Moraes já disse várias vezes que a eleição acabou, que Lula será diplomado em dezembro e empossado em janeiro. Qualquer avanço no processo estimularia mais desconfiança e protestos contra o resultado da eleição e fragilizaria ainda mais a credibilidade do TSE na condição de organizador das eleições. Por isso a percepção de que o processo não avançaria.




Presidente do PL tenta se equilibrar para agradar a Bolsonaro e ao TSE

Quem assumiu o protagonismo público de questionar as urnas em nome de Bolsonaro foi o ex-deputado e presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto. Valdemar buscou se equilibrar para atender aos desejos de Bolsonaro e contemplar boa parte da bancada mais ligada a ele. Se publicamente é ele quem falou sobre a ação da coligação, em conversas reservadas com os ministros do TSE e do STF, evitava afrontar a Justiça Eleitoral – que tem o poder de fiscalizar as contas do partido e retirar dele fatias dos fundos partidário e eleitoral, caso considere irregulares suas receitas e despesas.

Do ponto de vista formal, a ação da coligação de Bolsonaro era baseada numa norma interna do TSE que permite a entidades fiscalizadoras do processo eleitoral e a partes interessadas realizar uma “verificação extraordinária” dos resultados de uma eleição. A Resolução 23.673/2021 do Tribunal, aprovada em dezembro do ano passado, estabelece que isso é possível, “desde que sejam relatados fatos e apresentados indícios e circunstâncias que a justifiquem, sob pena de indeferimento liminar”.

A resolução diz que uma ação do tipo deve conter um plano de trabalho descrevendo as verificações pretendidas, como serão aferidas e os objetivos a serem alcançados. É possível verificar os sistemas instalados nos computadores do TSE e nas urnas eletrônicas, inclusive com a exibição de logs e a reimpressão dos boletins de urna – arquivos emitidos por cada máquina com a soma dos votos em cada candidato naquela seção e que são a base oficial da totalização dos votos que geram o resultado oficial da eleição. A resolução permite ao partido fazer um espelhamento dos sistemas, de modo a preservar os originais intactos.

A ação da coligação de Bolsonaro anexou esse plano de trabalho, propondo que fosse criada uma comissão técnica de especialistas na área, sem filiação a qualquer partido nem ligados à Justiça Eleitoral, para executar essas tarefas. O partido listou seis etapas de verificação, basicamente para confirmar o mau funcionamento das urnas na geração dos arquivos de log, inclusive um erro, também relatado na ação, que poderia violar o sigilo do voto de eleitores. Auditoria encomendada pelo PL ao Instituto Voto Legal (IVL) identificou nos logs que várias urnas travaram e tiveram de ser religadas, momento em que o log registrou o número do título ou o nome do eleitor que votava no momento da pane.




Cármen Lúcia é quem ficaria com o caso se não fosse arquivado

Apesar de Alexandre de Moraes ter assumido a condução inicial da ação do PL, o processo havia sido distribuído, por sorteio, para a relatoria da ministra Cármen Lúcia. Em tese, caberia a ela decidir sobre as próximas fases do caso no TSE, se o processo não tivesse sido arquivado. 

Durante toda a campanha deste ano, a ministra atuou de forma bastante alinhada com o presidente da Corte e, em alguns momentos, em ações delicadas, não fez objeções quando ele decidiu em seu lugar.




Bolsonaro questionou urnas antes e durante a eleição

Desde antes da eleição, o presidente lançava suspeitas sobre as urnas eletrônicas e mobilizou também as Forças Armadas para analisar a fundo o sistema de votação eletrônico. Após o segundo turno, a Defesa emitiu um relatório em que não apontou fraude na votação, mas não excluiu essa possibilidade, em razão de riscos no processo de preparação das urnas no TSE.

Também por pressão de Bolsonaro, o PL contratou o Instituto Voto Legal (IVL), comandado pelo engenheiro Carlos Rocha, um dos desenvolvedores do primeiro modelo da urna eletrônica, nos anos 90, para uma auditoria no sistema eletrônico de votação. Em setembro, o partido divulgou um resumo da primeira fase do trabalho, em que apontou 24 falhas, especialmente ligadas ao descumprimento de normas de segurança pelo TSE. Neste mês, apresentou ao PL um novo relatório, apontando o problema do número único de identificação na maior parte das urnas, inscrito nos arquivos de log emitidos no segundo turno da eleição.




Por Renan Ramalho

quarta-feira, 23 de novembro de 2022

“Ladrão do sexo” provoca pânico após roubar 15 garotas de programa no DF


criminoso entra em contato após ver anúncios publicados em sites e marca o programa. Após o sexo, ele rende as vítimas com violência

Garotas de programa do Distrito Federal procuraram a Polícia Civil (PCDF)para denunciar um homem que passou a cometer assaltos após fazer sexo com as vítimas. Pelo menos 15 mulheres teriam sido assaltadas pelo ladrão em regiões administrativas como Ceilândia, Taguatinga e Sudoeste. Algumas mulheres foram ameaçadas com faca e obrigadas a realizar transferências via Pix para o criminoso.

O modus operandi do ladrão é sempre o mesmo, segundo as vítimas. Ele entra em contato via WhatsApp após ver algum dos anúncios publicados em sites especializados e marca o programa. Após o ato sexual, o suspeito rende as vítimas, rouba objetos de valor do apartamento, obriga as vítimas a fazerem Pix para outras contas e as deixam amarradas, para que ele tenha tempo de fugir.

Apenas nos dias 9, 14 e 16 de novembro, o assaltante atacou em Taguatinga e no Sudoeste. Em ambos os casos, câmeras de segurança instaladas nos prédios onde as garotas de programa atendiam flagraram o criminoso entrando no local e fugindo depois. Em um dos assaltos, o suspeito levou R$ 7,5 mil de uma das vítimas, além de objetos de valor.

Grupo de segurança

Depois de ter feito pelo menos 15 vítimas, onde boa parte se recusou a registrar ocorrência policial, garotas de programa criaram um grupo no WhatsApp para trocar informações sobre o ladrão. Nome, telefone, redes sociais e fotos do criminoso — que tem uma cicatriz na testa — foram compartilhados no grupo pelas vítimas.

Em um dos diálogos no grupo do qual a coluna teve acesso, uma das garotas de programa alerta que o assaltante havia acabado de fazer mais uma vítima, em um prédio de quitinetes e Taguatinga. Uma delas registrou ocorrência na 12ª Delegacia de Polícia (Taguatinga Centro). Até a última atualização desta reportagem, o ladrão continuava a solta. A PCDF investiga o caso.

Por Carlos Carone,Mirelle Pinheiro

Pai entrega à polícia filho que usou moto e roupa dele para assaltos no RN


Um mototaxista do Rio Grande do Norte decidiu entregar à polícia o próprio filho, que estava usando a moto e o uniforme dele para praticar assaltos. O jovem foi detido ontem. Segundo policiais da 7ª Companhia Independente de Polícia Militar, o suspeito estaria praticando os crimes a bordo de uma motocicleta de cor verde, na região central de Ceará-Mirim, na Grande Natal.

Após diligências, os policiais militares conseguiram localizar o suspeito, que confessou ter cometido alguns roubos e tentativas de delitos na região.

O rapaz ainda foi flagrado por câmeras de segurança praticando os crimes em ruas do município.

Após a abordagem, várias vítimas foram contatadas e relataram que o suspeito utilizava também uma bicicleta para cometer os delitos.

Algumas pessoas conseguiram registrar a placa do veículo e começaram a repassar as informações sobre o assaltante em grupos de WhatsApp.

Com a confissão e o reconhecimento das vítimas, o suspeito foi conduzido à Delegacia de Plantão da Zona Norte. Seu nome não foi divulgado.

por Maurício Businari

Homem é levado a hospital após queda de moto na Avenida Rio Branco, em Afogados



Por volta das 8h35 desta terça (22), a guarnição do Corpo de Bombeiros foi acionada para uma ocorrência de queda de motocicleta na Avenida Rio Branco, Centro de Afogados da Ingazeira.

Ao chegar verificaram que se tratava de uma queda de motocicleta no qual a vítima era um homem de 55 anos, o qual estava em pé próximo a motocicleta com um ferimento na perna direita, mas orientado e responsivo, após estabilizado, a vitima foi conduzida a unidade hospitalar.

Por Mais Pajeú

terça-feira, 22 de novembro de 2022

'Pelas costas': Homem é preso ao tentar ver namorada esfaqueada em hospital


Vítima de facadas no pescoço, no tórax, e nas mãos, Mariana da Silva Ribeiro, 30, relatou ter sido atacada pelas costas durante uma discussão com o então namorado Aldemir Carneiro no último dia 15. Ela chegou a ficar desaparecida, e o suspeito foi preso ao tentar visitá-la no hospital.

Mariana foi encontrada caída em uma rua e encaminhada pelo Corpo de Bombeiros para o Hospital Alberto Torres, em São Gonçalo, cidade da Região metropolitana do Rio.

Segundo o advogado da vítima, Joab Gama, ao recuperar a consciência no hospital, Mariana relatou ter sido agredida ao dar as costas para o namorado durante a discussão.

"Ela relatou aos familiares que os dois tiveram uma discussão acalorada e, em determinado momento, ela se abaixou para alguma coisa e ele, por trás dela, desferiu a primeira facada", disse Joab, em entrevista. 

Ainda segundo a defesa, a vítima contou ter tentado se defender, correu para rua, caiu e fingiu ficar desacordada - o que interrompeu as agressões.

A família chegou a ficar cinco dias sem notícias dela, enquanto ela já estava internada..

Prisão e liberação

Questionado pelos parentes, Aldemir chegou a dizer que não tinha informações sobre o paradeiro dela. O suspeito foi preso por policiais militares no domingo (20), ao tentar visitar a namorada no hospital, mas acabou liberado na delegacia.

"No meu ponto de vista, ele achava que a Mariana ia morrer e foi ver se iria sair impune dessa situação", disse o advogado.

Em depoimento à polícia, Aldemir alegou que Mariana deu início às agressões e agiu para se defender. Ele disse não saber onde atingiu a namorada e quantos golpes desferiu.

"Ele não tem um ferimento e a Mariana está dilacerada, pois foram várias facadas no pescoço, no peito", disse Joab.

O caso está sendo investigado pela Delegacia de Atendimento à Mulher de São Gonçalo que apura o crime de tentativa de feminicídio.

O advogado da vítima disse que vai entrar na Justiça com pedido de prisão preventiva e medida protetiva para Mariana.

O depoimento do suspeito foi feito sem advogado — segundo a polícia e o TJ, ainda não consta o nome de um defensor para Carneiro. A reportagem será atualizada assim que houver manifestação.

Por Marcela Lemos

'Me sinto livre', diz mulher presa após matar marido e pôr corpo no freezer


Presa por suspeita de matar o marido e guardar o corpo dele em um freezer em Lacerdópolis (SC), a pedagoga Claudia Fernandes, 40, afirmou que teve uma "sensação de liberdade" após cometer o crime.

"Eu vou agora cumprir minha pena, vou para cadeia, mas eu nunca me senti tão livre. [...] Eu sinto que minha filha está mais segura. Não vai ter ninguém impedindo da gente se ver. Sei que vou parar de apanhar, não sei explicar, mas é uma liberdade", disse, em entrevista.

Após confessar o crime, ela se entregou e afirmou que a vítima, Valdemir Hoeckler, 52, era agressivo e a ameaçou de morte. Ela admitiu que deu remédio para ele dormir e o asfixiou em seguida.

Segundo a suspeita, ela teve "um surto" pós o marido a impedir de ir a uma viagem com colegas de trabalho, que seria realizada no último dia 14, a ameaçando de morte em seguida.

"Dei um surto. E pensei: 'já que alguém vai morrer, que seja você [Valdemir]", disse

Segundo Cláudia, ela já tinha feito um boletim de ocorrência contra Valdemir em 2019, mas voltou atrás por sentir medo e ser ameaçada.

Após prestar depoimento na delegacia quando o homem ainda era considerado desaparecido, ela foi submetida a exame de corpo de delito porque tinha hematomas nos braços, compatíveis com uma agressão.

A defesa de Claudia também reforçou a versão de que a violência doméstica sofrida por ela foi a motivadora do assassinato.

"Ela era uma mulher maltratada física e psicologicamente. Por vezes, até violentada de forma sexual. E que para preservar a própria vida, matou. Hoje ela está se entregando à polícia e possivelmente vai ser presa. Mas ela deixa bem claro: nunca se sentiu tão livre", afirmou o advogado Marco Alencar.

"Vamos colocar todas as circunstâncias para que a juíza da comarca fique sabendo de todo esse cenário de horrores [que ela vivia] e vamos pedir para que a juíza imponha condições para que ela responda esse ato em liberdade", disse outro advogado de Claudia, Claudio Dalledone,.

Do Uol

segunda-feira, 21 de novembro de 2022

Padrasto é preso suspeito de matar enteado ao jogar menino com força contra colchão, em Rio Verde


Segundo a PM, o homem confessou o crime e disse que matou o menino porque ele não o deixava dormir. Na residência, ele fez a reconstituição da cena.

Padrasto é preso suspeito de matar enteado e faz simulação do crime em casa, em Rio Verde, Goiás — Foto: Reprodução/Polícia Militar


Um padrasto foi preso na noite de domingo (20) como suspeito de matar o próprio enteado de apenas 2 anos ao jogar o menino com força contra um colchão, em Rio Verde, no sudoeste de Goiás. Segundo a Polícia Militar, o homem confessou o crime e disse que matou o enteado porque ele não o deixava dormir. A Polícia Civil investiga o caso.

O nome dele não foi divulgado pela PM, com isso, o não foi localizado a defesa para se manifestar sobre a prisão até a última atualização deste reportagem.

O padrasto foi preso por homicídio qualificado por motivo fútil. Na residência, ele fez a reconstituição do crime na frente dos policiais usando um urso de pelúcia.

"Peguei e joguei. Quando ele caiu, essa parte aqui [mostrando a coluna do menino] foi muito forte. Eu admito que foi forte, já na primeira vez. Quando ele se levantou, foi mais forte ainda. Eu me extrapolei. Ele bateu o pescoço e começou a ficar sem ar", contou o padrasto.


O menino foi levado para uma Unidade Pronto Atendimento (UPA) pediátrica da cidade, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. Um médico legista atestou a morte cerebral da criança.


Segundo o boletim de ocorrência, a PM conversou com o legista. O médico apontou diversas incoerências entre a versão do padrasto e as lesões encontradas no corpo do menino.


"Antes de perceber que a criança estaria inconsciente e entrando em convulsão, o homem relatou ter repetido a agressão pela terceira vez, até perceber que a criança estava inconsciente e com os batimentos acelerados", diz o boletim de ocorrência.


Indiferença e agressões


Os relatos do policiais militares mostram que a mãe, que estava trabalhando, e o padrasto demonstraram indiferença com a morte da criança. Com as incoerências nos depoimentos, a equipe procurou a babá para obter informações.


A mulher contou que cuidou da criança nos últimos dois meses. Nesse tempo, o menino sempre aparecia com machucados e hematomas pelo corpo. Um vez, ele estava com o braço inchado e um exame descobriu que um osso estava quebrado.


A babá disse para os policiais que o menino tinha medo do padrasto, principalmente quando ele ia buscá-lo em sua casa.


A mãe da criança confessou que o padrasto batia em seu filho. Ela contou que também já apanhou dele, mas que não procurou a polícia para registrar ocorrência.


Por Rafael Oliveira e Romero Rezende



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