terça-feira, 25 de outubro de 2022

Em Pernambuco, Lula tem 63,3% das intenções de voto e Bolsonaro, 32,6%


A amostragem divulgada pelo instituto Potencial Pesquisa para presidente da República, em Pernambuco, também é a primeira a ser publicada hoje pela Folha de Pernambuco. 

Nela, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com 63,3% da intenção de votos. O candidato à reeleição, Jair Bolsonaro, tem 32,6%. 

Mil pessoas foram entrevistadas por telefone, entre os dias 19 de outubro e 24 de outubro de 2022.

A margem de erro é de 3,1 pontos percentuais para mais ou para menos. A pesquisa está registrada no TSE sob o nº BR-03498/2022 e mostra também que 1,1% dos eleitores ainda não decidiu em quem votar para a Presidência da República; 0,3% não quis responder; 1,5% afirmou que vai anular o voto e 1,2% anunciou votar em branco. 

As pessoas foram ouvidas em 75 dos 184 municípios pernambucanos: nove na RMR; 25 no Agreste; 13 na Zona da Mata e 28 no Sertão.

Percentuais

A maioria dos entrevistados são mulheres (53,6%), contra 46,4% de homens. O maior percentual (24,5%) se concentra na faixa etária de 45 a 59 anos e o menor (1,7%), entre 16 e 17 anos. 20,7% têm de 25 a 34 anos e outros 20,7%, de 35 a 44. De 60 a 69 anos de idade, o índice chega a 10,6%; de 21 a 24 anos, a 8,4%; de 70 a 79 anos, a 5,8%.

Por Andre Luis

Moraes dá 24 h para campanha de Bolsonaro mostrar prova de fraude em rádios



O presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), ministro Alexandre de Moraes, determinou que em 24 horas a coligação do presidente Jair Bolsonaro (PL) apresente provas da acusação de que houve fraudes nas inserções da campanha do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em emissoras de rádio.

“Os fatos narrados na petição inicial não foram acompanhados de qualquer prova e/ou documento sério, limitando-se o representante a juntar um suposto e apócrifo “relatório de veiculações em Rádio”, que teria sido gerado pela empresa “Audiency Brasil Tecnologia””, escreveu Moraes.

Na noite desta segunda-feira (24), o ministro das Comunicações, Fabio Faria, convocou a imprensa para acompanhar o que classificou de “exposição de um fato grave na frente do Palácio da Alvorada” e anunciou que a campanha de Bolsonaro entrou com uma ação no TSE para suspender a propaganda de rádio da coligação Brasil da Esperança, do ex-presidente Lula (PT). 

O ministro, porém, não soube mencionar o nome das empresas contratadas pela campanha de Bolsonaro que fizeram os levantamentos de supostas fraudes.

Segundo Moraes, nem a petição inicial, nem o citado relatório apócrifo indicam eventuais rádios, dias ou horários em que não teriam sido veiculadas as inserções de rádio para a Coligação requerente; nem tampouco a indicação de metodologia ou fundamentação de como se chegou a determinada conclusão.

“Tal fato é extremamente grave, pois a coligação requerente aponta suposta fraude eleitoral sem base documental alguma, o que, em tese, poderá caracterizar crime eleitoral dos autores, se constatada a motivação de tumultuar o pleito eleitoral em sua última semana”, escreveu Moraes.

Campanha diz que ainda prepara documentos

Segundo apurou a coluna, o ministro Alexandre de Moraes conversou com integrantes do governo na noite desta segunda-feira e reforçou a gravidade das acusações, dizendo que elas podem até mesmo levar a uma cassação de chapa.

Moraes reclamou da ausência de assinatura na petição apontando os responsáveis pelo relatório e a falta do nome das rádios que teriam cometido fraude e ouviu de integrantes do governo que as respostas serão enviadas até esta terça-feira (25), antes mesmo do prazo de 24 horas.

Apesar disso, integrantes da campanha de Bolsonaro afirmaram à coluna que ainda trabalham para finalizar os documentos. De acordo com um auxiliar de Bolsonaro, eles pretendem enviar a lista de todas as rádios e os levantamentos que teriam sido feitos por empresas que medem audiência.

Da coluna Carla Araújo/UOL

segunda-feira, 24 de outubro de 2022

Veja quando saem as últimas pesquisas para Governo de Pernambuco



Nos últimos dias para o segundo turno das eleições que decidirá quem será a governadora de Pernambuco, eleitores de Marília Arraes (SD) e Raquel Lyra (PSDB), conhecerão como estão sendo avaliadas as duas candidatas.

Potencial, IPEC, Simplex e Real Big Data divulgarão novas pesquisas para a disputa no estado a partir desta terça-feira (25).

A primeira pesquisa a sair vai ser a da Potencial, que deve ser divulgada na edição desta terça (25), na Folha de Pernambuco.

A nova pesquisa do Ipec (ex-Ibope) será divulgada a noite, na TV-Globo Nordeste na edição das 19h do NE TV 2ª edição.

Ainda nesta terça-feira (25), o Simplex apresenta os números para a corrida eleitoral para o Governo de Pernambuco, no segundo turno. A pesquisa será divulgada pela CBN Recife.

Já o Real Big Data, divulga os seus números no noticiário das 19 horas da TV Guararapes, afiliada Record no Estado.

Por Andre Luis

Adesivaço em apoio a candidatura de Raquel Lyra no Comitê do Povão

 


Ipec: Lula tem 50% no 2º turno, e Bolsonaro, 43%




Pesquisa do Ipec divulgada nesta segunda-feira (24), encomendada pela Globo, aponta que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 50% de intenção de votos no segundo turno e que o presidente Jair Bolsonaro (PL) tem 43%.


O novo levantamento foi feito entre sábado (22) e nesta segunda, e os resultados se referem à intenção de voto no momento das entrevistas. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.


Na pesquisa anterior do Ipec, divulgada dia 14 de outubro, os resultados foram iguais: Lula tinha 50%; Bolsonaro, 43%. Havia 5% de brancos e 2% de nulos.


Se a eleição fosse hoje, Lula teria 54% dos votos válidos, e Bolsonaro, 46%. Para calcular os votos válidos, são excluídos os brancos, os nulos e os de eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição. No levantamento anterior do Ipec, Lula tinha 54% dos votos válidos; Bolsonaro, 46%.


Este é o quarto levantamento do Ipec após o primeiro turno das eleições. Foram entrevistadas 3.008 pessoas em 183 municípios entre sábado (22) e segunda-feira (24). A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com índice de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número BR-06043/2022.


No primeiro turno, Lula recebeu 57,2 milhões de votos (48,4%), e Bolsonaro, 51,07 milhões (43,2%). O segundo turno está marcado para 30 de outubro.

Por Nill Junior

Afogados: Dois homens foram presos pela PM por furto de animais


Dois homens foram presos após furtarem animais em uma comunidade rural de Afogados da Ingazeira.

Conforme relatos repassadas pela PM , os animais foram furtados na comunidade de Vaca Morta e levados em um caminhão de marca Mercedes.

O Policiamento tomou conhecimento do furto e localizaram o veículo e aprenderam os dois homens. Eles foram presos em flagrante por policiais do 23o BPM por furto e deslocados à Delegacia de Polícia de Afogados da Ingazeira.

O caminhão foi incendiado provavelmente por vítimas do furto revoltadas. Essa informação da motivação não foi confirmada oficialmente. Mas o veículo, que também pode ser objeto de furto ou roubo, foi incinerado.


A escota de Bombeiros estiveram no local e conterão as chamas. O veículo teve perda total. Os criminosos foram ouvidos pelo Delegado Lucas Carvalho titular de Afogados da Ingazeira.

Ex-PTB, Bolsonaro mente ao tentar se descolar de Roberto Jefferson





Após o atentado de ontem cometido por Roberto Jefferson (PTB) contra agentes da Polícia Federal, o presidente Jair Bolsonaro (PL) mentiu ao tentar dissociar sua imagem da do aliado. Os dois se reaproximaram ainda em 2020, quando o presidente se coligou ao centrão no Congresso para se blindar do impeachment e cogitou se filiar novamente ao PTB para disputar a reeleição este ano.


No começo da tarde de ontem, enquanto ainda ocorria a negociação para Jefferson se entregar, Bolsonaro tentou se desvincular do aliado ao dizer que não havia fotos dois juntos, o que foi logo desmentido.


Amigos? Embora Bolsonaro tenha negado ser próximo dele, os dois trabalharam juntos na Câmara entre 2003 e 2005, quando Bolsonaro era filiado ao PTB, então comandando por Jefferson.


"Ele [Bolsonaro] foi o meu liderado na Câmara. Eu era o líder do PTB e o Bolsonaro era o liderado meu na bancada do PTB", afirmou Jefferson ao UOL em abril de 2020, quando começava a se reaproximar do governo.


"O Bolsonaro é o meu amigo pessoal. Guardamos isso do passado", afirmou Jefferson.


Foi nessa época que o filho 03 de Bolsonaro, o hoje deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL), exerceu o primeiro emprego público: Aos 18 anos, ele foi nomeado para um cargo comissionado na liderança do PTB na Câmara três dias depois de aprovado para o curso de Direito da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro).


Reaproximação. Ainda na entrevista ao UOL, Jefferson afirmou que se sentia "indignado" e na "obrigação" de defender Bolsonaro após "vê-lo apanhar como estava apanhando".


O ex-deputado se referia à repercussão de uma entrevista sua concedida ao blogueiro bolsonarista Oswaldo Eustáquio —uma live com 1,8 milhão de visualizações compartilhada por Bolsonaro e sua base de ativistas digitais.


Na entrevista, Jefferson denunciou um suposto golpe planejado pelos governadores —então responsabilizados por Bolsonaro pela pandemia— e líderes políticos, como ex-presidente Fernando Henrique Cardoso: o plano, segundo o ex-deputado, era derrubar Bolsonaro ou minar sua liderança de modo que o Congresso assumisse suas funções em uma espécie de parlamentarismo branco.


Nessa mesma época, Bolsonaro divulgou em suas redes um vídeo em que Jefferson lhe faz elogio.


"Ele é representante do povo, ele é o chefe do estado, chefe do governo e ele tem honrado o que ele disse na campanha: ele disse eu não vou roubar e não vou deixar roubar", diz o petebista no vídeo. 


Bolsonaro aproveita o aceno. Jefferson aderiu ao bolsonarismo justamente quando o presidente era vítima de críticas pela má condução da pandemia de covid-19. Atraído pelas "mesmas convicções", Bolsonaro "empunha a bandeira dos ideais que eu sustento", disse o petebista ao jornal Folha de S.Paulo.


O movimento foi logo assimilado pelo presidente, que já buscava apoio parlamentar para evitar o "parlamentarismo branco". Contrariando o discurso eleitoral de não firmar alianças com membros do Congresso, Bolsonaro se aproximou dos partidos do centrão para tentar isolar o então presidente da Câmara, Rodrigo Maia (PSDB), que lhe fazia oposição ao governo e que tinha o poder de desengavetar as dezenas de pedidos de impeachment que se avolumavam contra o presidente.


Desde então, Bolsonaro se reuniu pelo menos duas vezes com Jefferson no Palácio do Planalto. Uma dessas reuniões aconteceu no dia 3 de agosto de 2021, dez dias antes de ser preso pela PF. Segundo o jornal "O Estado de S. Paulo", em dois anos, Jefferson participou de pelo menos dez reuniões com a cúpula do governo, incluindo presidência da República e os ministérios da Justiça, Direitos Humanos, Agricultura e GSI (Gabinete de Segurança Institucional).


Sobre a aliança, o ex-deputado negou a negociação de cargos. "Para nós não ofereceram nada. Nem nós pedimos", disse à Folha.


STF prende Jefferson e Bolsonaro tenta retaliar. Bolsonaro mostrou fidelidade ao aliado dias depois de Jefferson ser preso por ordem do ministro o STF Alexandre de Moraes no ano passado. O magistrado acusou o petebista de participar de milícias digitais que organizavam atos antidemocráticos pelo país.


Na decisão de 13 de agosto do ano passado, Moraes escreveu que Jefferson "faz parte do núcleo político" de uma organização criminosa "que tem por um de seus fins desestabilizar as instituições republicanas".


Dois dias depois da prisão, Bolsonaro comunicou em redes sociais que apresentaria ao Senado um pedido de impeachment contra Moraes e o ministro Luís Roberto Barroso, então presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral).


"Os ministros Alexandre de Moraes e Luís Roberto Barroso (...) extrapolam com atos os limites constitucionais", afirmou na época. "O povo brasileiro não aceitará passivamente que direitos e garantias fundamentais, como o da liberdade de expressão, continuem a ser violados e punidos com prisões arbitrárias, justamente por quem deveria defendê-los".


Também nas redes, o filho 02 do presidente, o vereador carioca Carlos Bolsonaro (Republicanos), se referiu à prisão de Jefferson como injusta, cujo objetivo era atingir seu pai indiretamente.


Em 20 de agosto, Bolsonaro cumpriu a promessa e protocola o primeiro pedido de impeachment da história contra um ministro do Supremo, mas apenas contra Moraes. Pacheco arquivou o documento cinco dias depois alegando falta de embasamento jurídico e a necessidade de restabelecer uma boa relação entre os Três Poderes.


Bolsonaro quase se candidata pelo PTB. A ligação de Bolsonaro e Jefferson se estreitou ao longo do ano passado, quando o PTB decidiu convidar oficialmente o presidente a se filiar ao partido para concorrer à reeleição em 2022.


Ainda sem legenda após romper com o PSL, Bolsonaro chegou a admitir à revista Veja que negociava sua filiação com PP, PL, Republicanos e PTB.


As conversas com o partido de Jefferson se intensificaram em setembro de 2021, quando a então vice-presidente da sigla, Garciela Nienov, chegou a se reunir com o presidente para tratar do assunto em 27 de setembro.


As conversas, no entanto, se davam principalmente com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), o filho 01. As condições foram todas acertadas: Gienov havia domado os dissidentes e convencido todos os presidentes estaduais do partido a aceitar a filiação do mandatário.


Bolsonaro pediu para escolher todos os candidatos do partido ao Senado e alguns nomes para concorrer aos governos estaduais.


"Ele terá, se ele quiser ele terá [poder de indicação]. Isso já está garantindo", afirmou Gienov na época. "Se ele aceitar o nosso convite, provavelmente vamos fazer tudo em conjunto, PTB junto com o nosso presidente. Ele vai ser o nosso maior líder e vamos trabalhar para reconduzi-lo à presidência.".


Jefferson seria mantido na presidência da legenda, enquanto Bolsonaro ocuparia o cargo de presidente de honra. A investida do PTB incluiu abrir as portas do partido a membros controversos do bolsonarismo, como os ex-ministros Ricardo Salles (Meio Ambiente), Ernesto Araújo (Relações Exteriores) e Abraham Weintraub (Educação).


Nenhum deles, no entanto, se filiou ao partido. Quem aceitou o convite foi o ex-deputado Daniel Silveira (RJ), condenado em março por Moraes no mesmo processo contra milícias digitais. Silveira teve a prisão revogada após receber o perdão de Bolsonaro, mas continuou sem direitos políticos e não pôde se candidatar ao Senado, como pretendia.


Outro bolsonarista a integrar o partido de Jefferson é o empresário Otávio Fakhoury, que em julho do ano passado assumiu a presidência estadual do PTB de São Paulo.


Em nota sobre o convite a Bolsonaro, o PTB prometeu reforçar valores "inegociáveis" como "Deus", "pátria", "família", "democracia" e "liberdade", além classificar o PTB como "a verdadeira casa do conservador brasileiro".


Depois de muita negociação, no entanto, em 30 de novembro Bolsonaro se filiou ao PL, de Valdemar da Costa Neto.


Jefferson se candidata ao Planalto. Mesmo em prisão domiciliar, Jefferson lançou sua candidatura à Presidência em uma chapa pura com Padre Kelmon. Já na convenção que referendou seu nome, Jefferson tratou de demonstrar que sua candidatura estava alinhada a Bolsonaro.


"Ofereço meu nome para disputar a eleição. Preso fui, preso estou. Sou fã das ideias de Bolsonaro. Ele defende os mesmos valores e bandeiras do nosso PTB", disse ele em uma gravação enviada para a convenção.


O ex-senador Delcídio do Amaral —que foi preso acusado de atrapalhar as investigações da Lava Jato— confirmou na convenção de que lado estava a candidatura do PTB: "Roberto Jefferson defendeu mais o presidente Bolsonaro do que os próprios ministros do presidente Bolsonaro", disse.


Sai Jefferson, entra Padre Kelmon. Em setembro, no entanto, o TSE negou o registro de candidatura a Jefferson em razão de sua condenação por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no escândalo do mensalão.


Impedido de se candidatar, Padre Kelmon assumiu a cabeça de chapa. Ele ficou nacionalmente conhecido durante os debates presidenciais, quando atuou em dobradinha com Bolsonaro, defendendo o presidente de acusações e atacando seus adversários.


Kelmon, que terminou em sétimo lugar no primeiro turno, recebeu uma homenagem de aniversário da primeira-dama Michelle Bolsonaro e da senadora eleita Damares Alves (Republicanos-DF) dois dias antes de Jefferson atirar nos policiais federais.


O mesmo Padre Kelmon participou das negociações para a rendição de Jefferson após os tiros de ontem. Ele foi ovacionado por um grupo de apoiadores ao chegar à residência de Jefferson. Foi ele quem entregou o fuzil utilizado pelo correligionário nos disparos contra os agentes.


Bolsonaro se defende. Após a polêmica, Bolsonaro afirmou em redes sociais que Jefferson era um "criminoso" e, em vídeo, disse que o ex-deputado teve "tratamento" de "bandido" após atirar em agentes da Polícia Federal. 


Como determinei ao ministro da Justiça, Anderson Torres, Roberto Jefferson acaba de ser preso. O tratamento dispensado a quem atira em policial é o de bandido. Presto minha solidariedade aos policiais feridos no episódio." 


Para demonstrar que não tinha relação com Jefferson citou um processo do petebista no STM (Superior Tribunal Militar) contra ele, que teria se omitido ao não intervir no Senado para obrigá-lo a apreciar o impeachment de Moraes e não intervir no STF para impedir a continuidade do inquérito das fake news.

Por Wanderley Preite Sobrinho

Bugou! Roberto Jefferson vira assunto quase proibido em grupos bolsonaristas

 

Desnorteados com a posição ambígua de Bolsonaro, apoiadores evitam comentar ataques de Roberto Jefferson a agentes da PF e mudam de assunto. "Essa última semana vai ser um inferno por causa desse velho maluco".

O desnorteio de Jair Bolsonaro (PL), que teve que voltar atrás e refazer por diversas vezes a narrativa sobre o ataque de Roberto Jefferson, aliado e presidente de honra do PTB, a agentes da Polícia Federal (PF) neste domingo (23) bugou os grupos de apoiadores do presidente, que desconversam sobre o assunto, que está praticamente proibido nas discussões internas.

Na manhã desta segunda-feira (24), toda vez que o assunto é trazido à tona, há pouca interação e a ordem é mudar rapidamente o tema, focando na última semana de campanha.

"Eu sugiro que não postem mais nada sobre esse maluco", comenta em uma publicação um bolsonarista. "Essa última semana vai ser um inferno por causa desse velho maluco", emenda outro.

Há ainda defesas tímidas do ex-aliado, que são logo caladas pelo último posicionamento de Bolsonaro no domingo, quando divulgou um vídeo classificando Jefferson como bandido.

"Reparem: Sempre que a direita se une, marchando junta, num objetivo comum, num só foco, na paz... Aparece o Roberto Jefferson com uma merda e bota tudo a perder", diz um bolsonarista. "É de lascar mesmo, sei que ele tem motivos para estar revoltado, porque crime de opinião não existe no Brasil. Mas na última semana da corrida presidencial tudo é muito sensível, cada voto é importante, então escândalos é tudo o que não se quer", complementa outra.

A única exceção no grupo são as referências que buscam, de forma desesperada, ligar Jefferson a Lula e ao PT.

Além de fotos antigas, do início do governo petista, em 2002, bolsonaristas estão desesperados tentado tirar o foco da situação resgatando vídeos de Jefferson falando de Lula.

Por Plinio Teodoro

Acompanhe as vagas de emprego disponíveis para essa Segunda-Feira


Nesta Segunda- Feira (24) As agências de trabalho estão com várias vagas em aberto em várias cidades de Pernambuco. Confira a lista e os telefones para mais informações.

Agência de Arcoverde: (87) 3821-8402

Agência de Serra Talhada: (87) 3831-9241 (Afogados e região)

Agência de Caruaru: (81) 3719-9480

Agência de Petrolina: (87) 3866-6540







sábado, 22 de outubro de 2022

Sinais de incêndio em São José do Egito, Serra Talhada e Carnaíba



A equipe do Corpo de Bombeiros foi chamada por volta das 11h30 para averiguar uma ocorrência de incêndio em vegetação no sítio Santo Antônio, em Carnaíba, onde foram identificado vários focos em uma área de caatinga. Sendo realizado o combate e posteriormente a proteção das áreas adjacentes.

Logo por volta das 17h30 a guarnição foi solicitada para uma ocorrência de incêndio em vegetação. Chegando ao local, na zona rural de São José do Egito, existiam focos de incêndio. Foi feito o combate direto, debelado as chamas, feito o rescaldo, isolado focos possíveis de recognição, E fazendo a retirada dos galhos que caíram nas margens da PE para não ocasionarem possíveis acidentes.

Assim, por volta das 20h55 foram acionados para mais uma ocorrência de combate a incêndio em área de descarte monturo no bairro Borborema, em Serra Talhada. Ao chegarem ao local da ocorrência, foi constatado que não havia nenhum incêndio em monturo, se tratava de queima em pneus onde já foco já estava apagado.

Jornalista Evandro Lira começa nova jornada em emissora da Paraíba

Foto: Evandro Lira O jornalista Evandro Lira está prestes a começar uma nova jornada em sua carreira de mais de 25 anos. Ele foi convidado p...