quarta-feira, 21 de setembro de 2022

Rosa Weber defende urnas e diz que fraudes ocorriam em votos de papel


A ministra Rosa Weber, presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), saiu em defesa das urnas eletrônicas nesta quarta-feira (21) durante encontro com a cúpula do Judiciário dos países do Brics, que reúne Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. No evento, a ministra afirmou que, antes da adoção do equipamento, ocorriam fraudes por meio de votos de papel.

"O Brasil tem histórico de confiança no uso de tecnologia inovadora para solução de problemas institucionais. Talvez o caso de maior destaque, nesse ponto, se refira ao nosso sistema eleitoral, que substituiu a votação por cédulas de papel - que possibilitava muitas fraudes - por um método informatizado desde 1996, com a implantação do sistema de urnas eletrônicas auditáveis", afirmou Rosa.

Sem citar o presidente Jair Bolsonaro (PL), que desde o ano passado insiste em criticar as urnas, a ministra afirmou que o modelo eletrônico de votação permite a confiança e velocidade na apuração dos votos, garantindo a declaração de resultados no mesmo dia.

A presidente do STF relembrou que, em 2018, quando Bolsonaro foi eleito, foram contabilizados quase 116 milhões de votos.

"Trata-se de feito singular e que apresenta melhor performance quando comparado com quaisquer outros métodos, e cuja credibilidade e legitimidade são evidenciadas pela inexistência de demonstração efetiva de falhas no sistema ao longo dos quase trinta anos de sua aplicação", disse Rosa. 

A declaração da ministra vem a menos de duas semanas das eleições e em um contexto de sucessivos ataques de Bolsonaro às urnas eletrônicas. Crítico do sistema eletrônico, o presidente tem afirmado a apoiadores que aceitaria somente o resultado das eleições se elas forem "limpas".

Na semana passada, o TSE acatou uma das sugestões das Forças Armadas e adotará o uso de biometria no chamado "teste de integridade", realizado no dia das eleições. O projeto será conduzido em 56 urnas de 18 Estados e o Distrito Federal, o que corresponde a 8,74% dos 640 equipamentos que passarão pelo teste.

Por: Paulo Roberto Netto

terça-feira, 20 de setembro de 2022

Afogadense assume a coordenação de enfermagem do SAMU Regional


A Central de Regulação do SAMU Regional, que tem sede em Serra Talhada, nomeou a enfermeira de Afogados da ingazeira Thays Gomes como sua nova coordenadora de regulação de enfermagem do SAMU. 

Ela assumiu o cargo nesta manhã da Segunda Feira (19) após a saida de Hebert Inácio, que estava no comando desde o início das operações do serviço, em agosto do ano passado. De acordo com dados coletados, Hebert solicitou a demissão.

Thays Cristina Leandro Gomes Siqueira, 30 anos, é especialista em punção venosa e administração de medicamentos. É graduada em enfermagem pela Faculdade de Integração do Sertão-FIS e pós-graduada em atendimento de emergência e trauma.


O profissional possui ampla experiência de atuação em laboratórios, hospitais locais, estabelecimentos públicos e privados da região. Anteriormente, atuou como coordenadora de enfermagem da Central de Regulação enquanto atuava como Enfermeira na Unidade Serra Talhada de Suporte Avançado-USA.

Luciano Duque e Márcia Conrado retornam a ter agenda conjunta por Serra Talhada


Luciano Duque, candidato a deputado estadual e ex-prefeito de Serra Talhada, participou de uma caminhada na noite desta Segunda Feira, 19 de setembro, no bairro da Caxixola. Ele estava acompanhado da prefeita do município, Márcia Conrado, e do vice-prefeito, Márcio Oliveira.

A prefeita já havia antecipado a informação ao responder a pergunta de um leitor do blog durante entrevista ao Sertão Notícias na semana passada. Após a troca de acusações de aliados de um partido para o outro, Márcia e Luciano puseram fim aos rumores sobre uma provável racha.

“Estamos muito felizes fazendo o porta a porta com nosso ex-prefeito e futuro deputado estadual, Luciano Duque. Pedindo voto para esse homem que trabalha muito por Serra Talhada, e que tem força de vontade para fazer muito mais por nossa terra”, Afirmou a Prefeita. 

Estiveram também presentes os seguintes vereadores: China Menezes, Manuel Enfermeiro, Gin Oliveira, Agenor de Melo, Antônio da Melancia , Romerio do carro de som, Ronaldo de Dja, Rosimério de Cuca e Gin Oliveira.

“É emocionante bater na porta das pessoas e receber o reconhecimento por todo o trabalho que foi feito na nossa gestão. Na Assembleia Legislativa, vou trabalhar ainda mais para trazer desenvolvimento para nosso povo. Aproveito para agradecer a prefeita Márcia Conrado pelo apoio e parceria”, frisou Luciano.

Por: Junior Araújo

Pesquisa Ipec para presidente: Lula tem 47%; Bolsonaro, 31%





DA CNN

Pesquisa Globo/Ipec sobre a disputa presidencial divulgada nesta segunda-feira (19) mostra Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à frente, com 47% das intenções de voto, seguido por Jair Bolsonaro (PL), com 31%. O primeiro turno das eleições está marcado para 2 de outubro.

Na sequência, aparecem Ciro Gomes (PDT), com 7%; e Simone Tebet (MDB), com 5%, e Soraya Thronicke (União Brasil), com 1%.

Felipe D’Avila (Novo), Vera Lucia (PSTU), Eymael (DC), Leonardo Péricles (UP), Padre Kelmon (PTB) e Sofia Manzano (PCB) não pontuaram.

Brancos e nulos representam 5% dos entrevistados. A proporção do que não souberam ou não quiseram responder é de 4%. 

O levantamento ouviu 3.008 pessoas presencialmente entre os dias 17 e 18 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança da pesquisa é 95%.

A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob o protocolo BR-00073/2022.



O Ipec também simulou um cenário de segundo turno. Confira abaixo os resultados.
Primeiro turno

Intenção de voto estimulada para presidente:Luiz Inácio Lula da Silva (PT) – 47%
Jair Bolsonaro (PL) — 31%
Ciro Gomes (PDT) — 7%
Simone Tebet (MDB) — 5%
Soraya Thronicke (União Brasil) – 1%
Felipe D’Avila (Novo) – 0
Vera Lucia (PSTU) — 0
Eymael (DC) – 0
Leonardo Péricles (UP) – 0
Padre Kelmon (PTB) – 0
Sofia Manzano (PCB) – 0
Brancos/Nulos — 5%
Indecisos — 4%
Segundo turno

Intenção de voto estimulada para presidente:Luiz Inácio Lula da Silva (PT) – 54%
Jair Bolsonaro (PL) — 35%
Brancos/Nulos — 8%
Indecisos — 3%

segunda-feira, 19 de setembro de 2022

Em PE, Lula tem mais de o dobro das intenções de voto em relação a Bolsonaro




Blog do Magno

Na corrida para o Palácio do Planalto, o ex-presidente Lula (PT) desponta numa posição bastante confortável frente ao seu principal adversário, o presidente Bolsonaro (PL).

Segundo o levantamento do Instituto Opinião, o petista teria em Pernambuco 54,3% dos votos se as eleições fossem hoje. Já Bolsonaro aparece com apenas 25,2%, Ciro Gomes (PDT) com 5,1%, Simone Tebet (MDB) tem 2,2% e Soraya Thronicke, do União Brasil, 0,5%.

Na espontânea, cenário no qual o entrevistado é forçado a lembrar o nome do candidato da sua preferência, Lula também lidera com 51,5%, Bolsonaro aparece com 23,5% e os demais candidatos estão abaixo de 5%. Já em relação à rejeição, a situação se inverte e Bolsonaro lidera. Entre os entrevistados, 48,3% disseram que não votariam nele de jeito nenhum, enquanto os que não votariam em Lula de jeito nenhum se situam na casa dos 23,5%.

Na estratificação por região, Lula aparece com 67% das intenções de voto no Sertão, 61,8% no São Francisco, 56,3% no Agreste, 48% na Zona da Mata e 44% na Região Metropolitana, enquanto Bolsonaro tem 27,7% na Região Metropolitana, 25,8% na Zona da Mata, 21% no Agreste, 16% no São Francisco e 14,5% no Sertão.

O levantamento foi a campo entre os dias 13 e 15 de setembro, sendo aplicados dois mil questionários em todas as regiões do Estado. O intervalo de confiança estimado é de 95,0% e a margem de erro máxima estimada é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos sobre os resultados encontrados no total da amostra.

A modalidade de pesquisa adotada envolveu a técnica de Survey, que consiste na aplicação de questionários estruturados e padronizados a uma amostra representativa do universo de investigação, com entrevistas presenciais. A pesquisa está registrada sob os protocolos BR-09780/2022 e PE-09670/2022.

Urna eletrônica: saiba como funciona e por que ela é segura



Da Cnn

Os eleitores que conheceram na prática o sistema de voto impresso se lembram das longas filas de espera que eram necessárias para exercer o direito de escolher seus representantes. Desde 2000, porém, com a adoção da urna eletrônica em todo o Brasil, o ato de votar não leva mais que 40 segundos.

Mas sabemos o que é e como funciona uma urna eletrônica? Conhecê-la ajuda a compreender a segurança e a lisura de todo o processo eleitoral brasileiro.
O que é e como funciona uma urna eletrônica?

A urna eletrônica é um microcomputador projetado para receber votos. Seu funcionamento depende de dois terminais:Terminal do mesário: onde ocorre o controle de votação, habilitação e identificação dos eleitores e o monitoramento do processo eleitoral.
Terminal do eleitor: onde ocorre a supervisão da inicialização dos computadores, o processamento de dados, a computação dos votos e o encerramento do processo eletrônico.

As urnas pesam em torno de 10 kg, são resistentes, relativamente pequenas e fáceis de serem transportadas, o que lhes dá uma vantagem logística.



Quem produz as urnas eletrônicas no Brasil?

A fabricação e o fornecimento dos equipamentos são de responsabilidade de uma empresa contratada pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) através de licitação e fiscalizada por técnicos do tribunal.

Em dezembro de 2021, a Positivo Tecnologia foi confirmada como empresa fornecedora de urnas eletrônicas em uma licitação (nº 43/2019) com valor total de R$ 1,18 bilhão.

A empresa de Curitiba propôs entregar 176 mil urnas por R$ 800 milhões. É a primeira vez que a Positivo irá fabricar os equipamentos.

Com as novas urnas, o TSE deverá substituir cerca de 83 mil máquinas fabricadas entre 2006 e 2008, de um total de 470 mil.
Quanto custa uma urna eletrônica?

Segundo informações do TSE, a fabricação de uma urna eletrônica custa aproximadamente US$ 985,50. Por ser um software livre, portanto sem custos de propriedade intelectual, o tribunal estima uma economia de até R$ 4 milhões, uma vez que outros sistemas operacionais elevariam o custo em até US$ 100.

De acordo com o TSE, este é o preço fixo que teve como referência a taxa de câmbio em 17 de janeiro de 2020, quando o dólar estava cotado a R$ 4,1837. Embora as urnas sejam 100% fabricadas no Brasil, o preço é estimado em dólar devido à origem asiática da maioria dos componentes eletrônicos.
Para onde são levadas as urnas após a votação?

Assim que a votação acaba, todas as 500 mil urnas eletrônicas distribuídas nas seções eleitorais em todo o país são recolhidas e armazenadas pelos Tribunais Regionais Eleitorais (TRE) dos 26 estados e do Distrito Federal. Cerca de 15 mil são guardadas num galpão da própria sede do TSE.

Para as eleições gerais deste ano, uma série de mudanças foi feita, segundo o TSE. O modelo UE2020 traz as primeiras atualizações desde 2015.
O que mudou:Processador SOC (System on a Chip) 18 vezes mais rápido
Bateria de lítio ferro-fosfato sem necessidade de recarga
Pendrive para geração de mídias
Bateria com expectativa de duração por toda a vida útil da urna, sem necessidade de troca
Tela gráfica sensível a toque no terminal do mesário
Teclado físico com duplo fator de contato, evitando possível erro do eleitor ou curto-circuito
Melhorias de acessibilidade para deficientes visuais com sintetização de voz também para suplentes e vices
Melhorias de acessibilidade para deficientes auditivos com disponibilização de intérprete de Libras na tela
O que não mudou:Urnas eletrônicas sem nenhum tipo de conexão à rede, internet ou bluetooth
Criptografia certificada pela Justiça Eleitoral que permite somente o software ser executado no equipamento
Ciclo de Transparência Democrática envolvendo partidos, entidades públicas e universidades, que podem acompanhar a inspeção dos códigos-fontes e receber assinatura digital de autoridades. Após este processo, a urna é lacrada e trancada na sala-cofre do TRE
Auditoria das urnas antes, durante e após a votação pelos partidos e instituições membros da Comissão de Transparência das Eleições (CTE), além da sociedade civil
Impressão da zerésima, comprovante que mostra que não houve nenhum outro voto registrado na urna antes da votação
Emissão dos Boletins de Urna (BUs), afixação em todas as seções eleitorais e distribuição de cópias a todos os partidos logo após o fim da votação
Todas as urnas possuem o Registro Digital do Voto (RDV), onde todas as informações são embaralhadas para garantir o sigilo do voto
Teste de Integridade em urnas no dia da eleição.


As urnas eletrônicas contam com uma vida útil de, no máximo 10 anos, e só podem funcionar no dia das eleições, segundo o TSE.

A urna eletrônica pode ser hackeada?

As urnas não podem ser violadas por não terem conexão à rede. Um relatório publicado em 30 de maio pela Comissão Avaliadora do Teste Público de Segurança do Sistema Eletrônico de Votação informou ao presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Edson Fachin, que os resultados obtidos demonstraram “maturidade dos sistemas eleitorais”.

Em 23 de junho, uma ação inédita entre o TSE e a plataforma de compartilhamento de conteúdo Kwai abriu pela primeira vez uma urna eletrônica numa rede social.
Quais outros países também utilizam urna eletrônica?

Segundo o Instituto para a Democracia e Assistência Eleitoral Internacional (IDEA), pelo menos 43 países utilizam votação eletrônica em seus processos eleitorais. Destes, 16 países, além do Brasil, usam máquinas de votação eletrônica de gravação direta, ou seja, sem a utilização de cédula física e com voto registrado eletronicamente.
A informatização das eleições no Brasil

Apesar de a urna eletrônica ter sido utilizada pela primeira vez em 1996 em 57 cidades brasileiras, a informatização do sistema eleitoral brasileiro ocorre desde a década de 1980, quando o TSE passou a usar um banco de dados para registrar os dados dos então 70 milhões de eleitores.

Ainda mais distante, o decreto nº 21.076, de 24 de fevereiro de 1932 do Código Eleitoral já demandava, em seu artigo 57, o “uso das máquinas de votar, regulado oportunamente pelo Tribunal Superior”.

Mas foi somente em 1994 que o TSE apurou pela primeira vez os resultados das eleições daquele ano por meio de computadores. Um ano depois, a urna eletrônica foi criada e, finalmente, em 1996, foi utilizada pela primeira vez no Brasil. Na época, as urnas foram utilizadas por 32 milhões de eleitores.

O voto eletrônico no Brasil foi inteiramente aplicado nas eleições de 2000, com urnas produzidas pela empresa brasileira Omnitek.



Bell Marques dá show de simpatia no Arerê Indoor

foto: Cláudio Gomes

Pela primeira vez em Afogados da Ingazeira, o cantor Bell Marques realizou um show de simpatia no Arerê Indoor no domingo à noite num local equipado com sistema de som surround virtual. O artista começou exatamente à meia-noite em ponto. Cantando alguns de seus maiores sucessos antes de passar para alguns sucessos contemporâneos e baianos. Bell agradeceu a Ney, Matheus Quidute e a família pela hospitalidade e gentileza, e esteve presente além da hora e meia do show. Estima-se que cinco mil pessoas ou mais tenham assistido a toda a apresentação. Antes, Ney Quidute falava enquanto conversava com seu filho Matheus, afirmando que estava a 24 anos de realizar um sonho. Ele também falou sobre como percebeu o local do evento, no antigo acampamento Nascente. Estou a defender que este local tem potencial para servir  Afogados como um novo espaço para eventos. Ricardus, Dj Larrosa e Lipe Lucena também estiveram no programação .O evento contou com o lançamento da programação Afogareta 2023 nos dias 13, 14 e 15 de janeiro. Com Matheus Fernandes no dia 13, Psirico no dia 14 e Lincoln Sena no dia 15, 

Opinião/Blog do Magno: Teresa sobe 20 pontos e se isola na disputa pelo Senado





Blog do Magno

A candidata do PT, Teresa Leitão, cresceu praticamente 20 pontos em relação à pesquisa anterior, saindo de 9,6% para 28,6% e passou a liderar com folga a corrida para o Senado em Pernambuco.

Já o candidato do PSD, André de Paula, que liderava com 10,4%, caiu três pontos e aparece agora com 7%, enquanto Gilson Machado, do PL, que tinha 6,3%, subiu três pontos e agora está com 9,7%. Guilherme Coelho, do PSDB, oscilou negativamente, de 8,3% para 7,4%.

Foram citados ainda Esteves Jacinto (PRTB), com 2,3% das intenções de voto, Carlos Andrade Lima (União Brasil), com 1,5%, Roberta Rita (PCO), com 1,3%, Dayse Medeiros (PSTU), com 0,6, e Eugênia Lima (Psol), com 0,3%. Brancos e nulos somam 15,5% e indecisos chegam a 25,8%. Na espontânea, modelo pelo qual o eleitor é obrigado a citar o nome do candidato preferido sem o auxílio do disquete contendo todos os nomes, Teresa lidera com 14,9%, seguida de Gilson (6,8%), André de Paula (1,9%), Guilherme Coelho (1,7%), Carlos Andrade (0,7%).


Quanto à rejeição, Teresa também lidera. Entre os entrevistados, 10,4% disseram que não votariam nela de jeito nenhum, seguida de André de Paula (5,8%), Gilson Machado (5,7%), Guilherme Coelho (3,1%), Carlos Andrade Lima (2,9%) e Esteves Jacinto (2,6%). Os demais também pontuam abaixo de 2,6%. Ainda segundo o Opinião, 13,6% rejeitam todos os candidatos e 50,8% não rejeitam nenhum deles.

O levantamento foi a campo entre os dias 13 a 15 últimos, sendo aplicados dois mil questionários em 80 municípios nas diversas regiões do Estado, com margem de erro de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos e intervalo de confiança estimado é de 95,0%. A modalidade de pesquisa adotada envolveu a técnica de Survey, que consiste na aplicação de questionários estruturados e padronizados a uma amostra representativa do universo de investigação. Foram realizadas entrevistas pessoais (face a face) e domiciliares. A pesquisa está registrada sob os protocolos BR-09780/2022 e PE-09670/2022.

ESTRATIFICAÇÃO POR REGIÃO

Teresa Leitão aparece assim: Metropolitana (32,3%), Zona da Mata (27,5%), Agreste (30%), Sertão (21,6%), São Francisco (13,7%). Gilson Machado, por sua vez, está assim: Metropolitana (10,5%), Zona da Mata (10,7%), Agreste (10,5%), Sertão (6,6%) e São Francisco (4,6%). Guilherme Coelho: Metropolitana (3,6%), Zona da Mata (3,7%), Agreste (3,6%), Sertão (10,6%) e São Francisco (48,9%). André de Paula: Metropolitana (5%), Zona da Mata (11,1%), Agreste (7,3%), Sertão (9,7%) e São Francisco (3,8%).

domingo, 18 de setembro de 2022

Bolsonaro corta 90% da verba de combate à violência a Mulher


Durante o seu mandato, o presidente Jair Bolsonaro reduziu em 90% a quantidade de verba disponível para ações de combate à violência contra a mulher.

A verba que e destinada ao Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos para proteger as mulheres caiu de R$ 100,7 milhões em 2020 – o primeiro orçamento inteiramente desenvolvido por Bolsonaro – para R$ 30,6 milhões no ano anterior. Segundo dados da pasta, eles faturaram apenas R$ 9,1 milhões este ano.

O governo encaminhou ao Congresso uma proposta orçamentária para 2023 que prevê uma recuperação modesta dos recursos, no valor de R$ 17,2 milhões. No entanto, ainda existe uma queda de (83%) em relação ao ano de 2020.

Essa verba e utilizada nas unidades da Casa da Mulher Brasileira e nos Centros de Atendimento à Mulher, que prestam atendimento médico e de apoio às vítimas de violência doméstica. Além disso, visa financiar iniciativas e campanhas de combate a esse tipo de crime.

Em um esforço para diminuir a rejeição do presidente no eleitorado feminino, a campanha de Bolsonaro destacou as ações do presidente nessa área, como a sanção de leis que beneficiam as eleitoras.

Além disso, as restrições de recursos no orçamento proposto indicam que o serviço Ligue 180, canal de denúncias de violência doméstica, poderá ser encerrado no próximo ano. Apenas R$ 3 milhões são propostos para a Central de Atendimento à Mulher. Leia a íntegra da reportagem de Thiago Resende na Folha de de S,Paulo.

MP Eleitoral quer coibir e tornar passível de punição a prática de derrame de santinhos às vésperas do pleito



No dia das eleições, é comum ver santinhos e outros materiais de campanha eleitoral fazendo um enorme tapete pelas ruas próximas aos locais de votação.

A tática intitulada de"voo da madrugada", como é comumente conhecida, envolve candidatos e candidatas tentando divulgar seus nomes momentos antes da votação, em um esforço para persuadir os eleitores a escolher o número que poderão vir a votar.

Só que essa tática é ilegal, punível com multa e outras penalidades, e está sendo combatida pelo Ministério das Eleições de Pernambuco como outros crimes eleitorais.

Nesta semana, a Procuradoria Regional Eleitoral de Pernambuco, representada pelo procurador regional Roberto Moreira de Almeida, emitiu a Orientação Normativa PRE/PE 2/2022, que estabelece diretrizes para a atuação dos órgãos do Ministério Eleitoral a fim de garantir a integridade do eleições deste ano. 

O documento deixa claro que a distribuição de materiais de propaganda, como panfletos, santinhos e adesivos de pára-choques, próximo aos locais de votação ou nas ruas próximas, mesmo em noite de eleição, constitui distribuição irregular de propaganda e que tanto o autor quanto o beneficiário devem ser identificados e punidos.

O procurador regional eleitoral solicita que todos os dados e provas sejam apresentados na Orientação Normativa dos candidatos eleitorais, a fim de viabilizar o trabalho do procurador regional eleitoral perante o tribunal regional eleitoral, respeitando os prazos e a lei.

As instruções fornecidas pelo PRE/PE são para que os promotores eleitorais estimulem a diligência para confirmar e contestar a ocorrência da prática, instruir suas equipes sobre como organizar o material com especial ênfase no cuidado para identificar com precisão qualquer candidato que tenha se beneficiado a atividade ilícita, lavrar Notificação de Fato ou Procedimento Eleitoral Preparatório, e encaminhar a documentação recolhida ao PRE/PE.

Jornalista Evandro Lira começa nova jornada em emissora da Paraíba

Foto: Evandro Lira O jornalista Evandro Lira está prestes a começar uma nova jornada em sua carreira de mais de 25 anos. Ele foi convidado p...