quarta-feira, 14 de setembro de 2022

Mapa da Fome: Três cada a dez famílias passam por insegurança alimentar


De acordo com o estudo da Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar divulgado hoje, três em cada doze famílias no Brasil vivenciam algum nível de insegurança alimentar e passam fome. São 125,2 milhões de pessoas em insegurança alimentar em números absolutos. De acordo com o levantamento, a maioria das famílias nessa situação está localizada nas regiões Norte e Nordeste do país. Já dizia o grande Flavio José, " Barriga seca não dá sono." Sabem bem aquelas famílias que aguardam ansiosamente  o caminhão do osso para fazer um ensopado para pelo menos "amenizar" a fome dos seus filhos. Mas ainda há quem diga que no brasil não se ver ninguém passando fome. E, fácil falar quando se estar na sua própria bolha.

Por: J. Junior

Inauguração do comitê do candidato a Deputado Federal Zé Negão



Grande inauguração do Comitê do Povão com a presença do deputado estadual João Paulo Costa e do Candidato a deputado federal Zé Negão. Haverá uma grande passeata de motos pelas ruas de Afogados após a inauguração. O evento acontece neste sábado, 17 , às 8h, no Comitê do Povão, na Avenida Gustavo Fitipaldi (Igrejinha), próximo aos Afogados da sorte.

terça-feira, 13 de setembro de 2022

Pesquisa Ipec para presidente: Lula tem 46%; Bolsonaro, 31%




Segundo pesquisa do Ipec e da Globo sobre a corrida presidencial , Luiz Inácio Lula da Silva lidera com 46% das intenções de voto , seguido por Jair Bolsonaro com 31 % .Seguem - se Ciro Gomes com 7% e Simone Tebet com 4%.Padre Kelmon, Sofia Manzano, Léo Péricles, Vera Lúcia e Padre Kelmon não pontuaram. A pesquisa ouviu 2.512 pessoas pessoalmente entre 9 e 11 de setembro .O nível de confiança do estudo é de 95%. O Ipec também simulou um cenário de segundo turno. 

Primeiro turno

Intenção de voto estimulada para presidente:Luiz Inácio Lula da Silva (PT) – 46%
Jair Bolsonaro (PL) — 31%
Ciro Gomes (PDT) — 7%
Simone Tebet (MDB) — 4%
Felipe D’Avila (Novo) – 1%
Soraya Thronicke (União Brasil) – 1%
Eymael (DC) – 0
Léo Péricles (UP) – 0
Sofia Manzano (PCB) – 0
Vera Lúcia (PSTU) — 0
Padre Kelmon (PTB) – 0
Brancos/Nulos — 6%
Indecisos — 4%


Segundo turno
Intenção de voto estimulada para presidente:Luiz Inácio Lula da Silva (PT) – 53%
Jair Bolsonaro (PL) — 36%
Brancos/Nulos — 8%
Indecisos — 3%


Rosa Weber assume liderança do STF, com destaque para a defesa do Estado Democrático de Direito




A ministra Rosa Weber tomou posse, nesta segunda-feira , na Presidência do Supremo Tribunal Federal e do Conselho Nacional de Justiça .Em seu discurso, a presidente afirmou seu compromisso com o estado democrático de direito, a laicidade do Estado e a separação dos Poderes. 'Sem um Poder Judiciário independente e forte, sem juízes independentes e sem imprensa livre não há democracia", Afirmou.

Em evento no bairro dos Afogados , Marlia Arraes declara que André de Paula é o candidato " mais preparado " para se tornar senador por Pernambuco .





Marlia Arraes, candidata a governadora de Pernambuco, e André de Paula, candidato ao Senado , participaram de um evento na noite de Segunda - feira , no bairro dos Afogados , no Recife, organizado pela vereadora Aline Mariano . Centenas de pessoas estiveram presentes no evento , que marcou mais uma importante viragem na campanha da coligação PERNAMBUCO NA VEIA .

Ipespe/Folha: Teresa, 20%; André, 12%; Gilson, 11%; Guilherme, 6%


De acordo com um estudo recente realizado pela Folha de Pernambuco em colaboração com o Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (IPESPE), Teresa Leito (PT) assumiu a liderança na corrida ao Senado com 20% dos eleitores intenções.

Com 12%, André de Paula (PSD) está atualmente em segundo lugar. Guilherme Coelho (PSDB), com 6%, e Gilson Machado (PL), com 11% cada.

Carlos Andrade Lima (UB), Esteves Jacinto (PRTB), Eugênia Lima (PSOL) e Roberta Rita (PCO) são os candidatos com 1% cada. Dayse Medeiros, candidata do PSTU, não pontuaram na pesquisa.

O estudo foi registrado tanto no Tribunal Regional Eleitoral quanto no Tribunal Superior Eleitoral sob os protocolos PE-09209/2022 e BR-07692/2022, respectivamente. A margem de erro é de 3,2 pontos percentuais superior ou inferior.

segunda-feira, 12 de setembro de 2022

Marina Silva declara apoio a candidatura de Lula a Presidência




Nesta Segunda-feira (12), a ex-senadora e ex-ministra Marina Silva declarou seu apoio à candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva à presidência da republica.

O apoio de Marina, que já havia se filiado ao PT e atuou como ministra do Meio Ambiente durante a primeira candidatura de Lula à presidência, veio durante uma reunião em São Paulo.

Em seu discurso, a ex-senadora citou a necessidade de união para combater a "semente maléfica do bolsonarismo" que, em suas palavras, ameaça a democracia brasileira.

"Em nome do que está acima de nós e olhando de baixo para ver o que está acima de nós, declaro meu apoio independente ao candidato, ex-presidente e potencial presidente do brasil Luiz Inácio Lula da Silva", concluiu. 

Ipespe/Folha: Marília 35%, Anderson 13%, Danilo e Raquel tem 12% e Miguel, 10%


A terceira rodada da pesquisa Folha de Pernambuco/Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (IPESPE) para o governo revela que a candidata Marlia Arraes (SD) segue solidificando sua liderança com 35% das intenções.

Houve oscilação na segunda posição em relação à divulgação mais recente, que ocorreu em 15 de agosto.

Atualmente, Anderson Ferreira (PL) ocupa o segundo lugar com 13%. Com 12% cada, Raquel Lyra (PSDB) e Danilo Cabral estão empatados em terceiro lugar.

Com 10%, vem Miguel Coelho. A margem de erro da pesquisa é de 3,22 pontos percentuais, indicando um empate técnico entre os quatro postulantes.

Não sabem ou não responderam a pesquisa foi de 10%. A pesquisa foi feita entre os dias 7 a 9 de setembro e ouviu mil pernambucanos em todo o Estado.

sábado, 10 de setembro de 2022

Eleição vive escalada da violência real e simbólica, afirmam especialistas


A quantidade de atos de violência - simbólica e real - na campanha eleitoral deste ano afeta sua qualidade, diferenciando-a de todas as eleições desde a redemocratização. A sucessão de ameaças e agressões se tornou natural por meio da identificação do adversário político como inimigo.

Essas são algumas das características verificadas nesta eleição. A condução do debate político por grupos e pessoas radicalizadas culminou em episódios como os recentes assassinatos registrados em Foz do Iguaçu (PR) e em Confresa (MT) - onde o apoiador de Bolsonaro Rafael Silva de Oliveira, de 22 anos, matou o petista Benedito Cardoso dos Santos, de 44 anos, e ainda tentou decapitá-lo.

Não se estaria diante de fatos isolados, mas de uma escalada do ódio que as instituições não contiveram em seu início. A organização internacional Human Rights Watch repudiou ontem o assassinato em Confresa e afirmou que "todos os candidatos deveriam condenar qualquer ato de violência política".

O Estadão ouviu especialistas em ética, ciência política e direitos humanos para compreender o fenômeno reforçado pelo delito em Mato Grosso, cujo autor responderá por homicídio duplamente qualificado - por motivo torpe e cruel. "A intolerância não deve e não será admitida, sob pena de regredirmos aos tempos de barbárie", escreveu o juiz Carlos Eduardo Pinho Bezerra de Menezes, ao manter o criminoso preso.

O assassinato aconteceu no dia 7 de Setembro. Durante os últimos dias, políticos fizeram declarações que não contribuem para desanuviar o clima da eleição. Ainda que conflitos e contradições sejam parte da democracia, o meio pacífico deixou de ser a resolução da diferença em discursos de autoridades.

O deputado estadual e candidato à Câmara Delegado Cavalcante (PL-CE), por exemplo, afirmou que, em caso de derrota de Bolsonaro em outubro, a vitória viria "na bala". Já o presidente reiterou que sua luta é a do "bem contra o mal" e defendeu "extirpar a esquerda" durante seus discursos recentes. Da mesma forma, nada contribui para a redução do quadro de intolerância o candidato do PT, Luiz Inácio Lula da Silva, relacionar os apoiadores de Bolsonaro a membros do grupo supremacista branco Ku Klux Klan.

Em São Gonçalo, no Rio, um apoiador de Bolsonaro foi agredido ontem por militantes petistas. Rodrigo Duarte passava na frente do Clube dos Tamoios, onde o candidato petista participaria de um evento com um carro com adesivos que mostravam o ex-presidente vestido de presidiário. Militantes petistas bateram no carro. Duarte teve o telefone celular arrancado de sua mão e foi agredido.

'Risco'.

Dois dias antes das manifestações pró-Bolsonaro na data do bicentenário da Independência, o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Edson Fachin suspendeu trechos de decretos que afrouxavam as regras para a compra de armas e munição. Na decisão, escreveu que o início da campanha "exaspera o risco de violência política".

Aluno da pensadora Hannah Arendt, o ex-chanceler e professor da USP Celso Lafer disse, que nas eleições passadas, desde a redemocratização, e ainda na distensão do regime militar, as relações políticas eram caracterizadas pela dinâmica entre adversários. "Ela podia ser mais incisiva ou intensa, mas não passava pela intimidação da violência.".

As instituições teriam fracassado para conter a violência política? Lafer afirmou que as medidas tomadas pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral), como limitar o porte de arma no dia da eleição, são medidas que defendem o estado democrático de direito.

Para José Álvaro Moisés, a violência política não visa só destruir quem pensa ou tem características diferentes. Ela também pretende estabelecer um clima de medo para paralisar opositores. "É a contraposição da ideia da política baseada na lei", disse o cientista político.

Lafer aponta o dedo para a maneira pela qual Bolsonaro se comporta na esfera pública. O ex-chanceler no governo Fernando Henrique Cardoso vê nela inspiração nas concepções do pensador alemão Carl Schmitt. "A polícia não é uma relação entre adversários, mas uma relação de amigo e inimigo, que eu conduzo com o fim de destruir o inimigo por meio da intimidação da palavra e da violência." Lafer e outros temem uma escalada.

Para ele, o ímpeto com o qual Bolsonaro procurou disseminar o uso de armas, contrariando a legislação anterior, facilita que a violência ocorra na sociedade e assuma as características políticas. Em Crises da República, Arendt afirmou que a violência destrói o poder e seu uso "compromete o poder no âmbito de uma democracia".

Por isso que essa eleição seria uma eleição com características únicas e que se diferencia, inclusive da eleição de 2018 em que Bolsonaro foi eleito, porque, segundo Lafer, ela se faz agora a partir do acúmulo de recursos de que ele dispõe como presidente. Moisés considera que, desde 2018, há um clima de naturalização da violência, que se acentuou neste ano para permitir aos contendores usar esse mecanismo para fazer valer a sua vontade. "Para evitar o que Thomas Hobbes chamava de guerra de todos contra todos e, sabendo que não se pode ganhar sempre, concorda-se em participar do processo em que nem sempre se ganha, mas preserva o clima de sobrevivência, união e busca de consenso", disse.

Para o professor de ética Renato Janine Ribeiro - que ocupou a pasta da Educação no governo de Dilma Rousseff (PT) -, a resposta não está apenas no presente, mas em como as instituições se comportaram diante da história. "Em grande parte o que vivemos é fruto da leniência com que as instituições e a própria mídia trataram o atual governante. Ele devia ter sido punido quando ameaçou por bombas e quartel e defendeu fuzilar Fernando Henrique." Lafer ressalta que o principal suporte desse fenômeno da violência é a retórica. O ex-chanceler a diferencia do "nós e eles" de Lula, que não usa palavras como "metralhar" e "eliminar". 

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Datafolha: Lula mantém 45%. Bolsonaro vai a 34%




foto:g1


Segundo pesquisa do Datafolha divulgada nesta Sexta (9), encomendada pelos veículos "Folha de S.Paulo" e Globo, o ex-presidente Lula (PT) tem 45% das intenções de voto no primeiro turno das eleições presidenciais. 

Ele é seguido pelo atual presidente, Jair Bolsonaro (PL), por 34%. Simone Tebet (MDB) tem 5%, enquanto Ciro Gomes (PDT) tem 7%.

Lula permaneceu inalterado em relação à pesquisa anterior do Datafolha de 1º de setembro. Bolsonaro subiu de 32% para 34% ao mesmo tempo, enquanto Ciro tinha 9% e agora tem 7%. Os 5% da outra pesquisa vão para a Tebet, e Soraya Thronicke, fica com 1% 

Lula aparece na frente por 11 pontos. A distância entre os dois está em seu ponto mais baixo desde maio, segundo o Datafolha (48% a 27% neste caso específico, uma diferença de 21 pontos). Essa diferença foi de 13 pontos (45% a 32%) no estudo anterior realizado na primeira semana de setembro.

Nos dias 8 e 9 de setembro, 2.676 pessoas foram entrevistadas pelo estudo em 191 municípios. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, mais ou menos. A pesquisa foi registrada no TSE sob o número BR-07422/2022.

Jornalista Evandro Lira começa nova jornada em emissora da Paraíba

Foto: Evandro Lira O jornalista Evandro Lira está prestes a começar uma nova jornada em sua carreira de mais de 25 anos. Ele foi convidado p...