sábado, 10 de setembro de 2022

Eleição vive escalada da violência real e simbólica, afirmam especialistas


A quantidade de atos de violência - simbólica e real - na campanha eleitoral deste ano afeta sua qualidade, diferenciando-a de todas as eleições desde a redemocratização. A sucessão de ameaças e agressões se tornou natural por meio da identificação do adversário político como inimigo.

Essas são algumas das características verificadas nesta eleição. A condução do debate político por grupos e pessoas radicalizadas culminou em episódios como os recentes assassinatos registrados em Foz do Iguaçu (PR) e em Confresa (MT) - onde o apoiador de Bolsonaro Rafael Silva de Oliveira, de 22 anos, matou o petista Benedito Cardoso dos Santos, de 44 anos, e ainda tentou decapitá-lo.

Não se estaria diante de fatos isolados, mas de uma escalada do ódio que as instituições não contiveram em seu início. A organização internacional Human Rights Watch repudiou ontem o assassinato em Confresa e afirmou que "todos os candidatos deveriam condenar qualquer ato de violência política".

O Estadão ouviu especialistas em ética, ciência política e direitos humanos para compreender o fenômeno reforçado pelo delito em Mato Grosso, cujo autor responderá por homicídio duplamente qualificado - por motivo torpe e cruel. "A intolerância não deve e não será admitida, sob pena de regredirmos aos tempos de barbárie", escreveu o juiz Carlos Eduardo Pinho Bezerra de Menezes, ao manter o criminoso preso.

O assassinato aconteceu no dia 7 de Setembro. Durante os últimos dias, políticos fizeram declarações que não contribuem para desanuviar o clima da eleição. Ainda que conflitos e contradições sejam parte da democracia, o meio pacífico deixou de ser a resolução da diferença em discursos de autoridades.

O deputado estadual e candidato à Câmara Delegado Cavalcante (PL-CE), por exemplo, afirmou que, em caso de derrota de Bolsonaro em outubro, a vitória viria "na bala". Já o presidente reiterou que sua luta é a do "bem contra o mal" e defendeu "extirpar a esquerda" durante seus discursos recentes. Da mesma forma, nada contribui para a redução do quadro de intolerância o candidato do PT, Luiz Inácio Lula da Silva, relacionar os apoiadores de Bolsonaro a membros do grupo supremacista branco Ku Klux Klan.

Em São Gonçalo, no Rio, um apoiador de Bolsonaro foi agredido ontem por militantes petistas. Rodrigo Duarte passava na frente do Clube dos Tamoios, onde o candidato petista participaria de um evento com um carro com adesivos que mostravam o ex-presidente vestido de presidiário. Militantes petistas bateram no carro. Duarte teve o telefone celular arrancado de sua mão e foi agredido.

'Risco'.

Dois dias antes das manifestações pró-Bolsonaro na data do bicentenário da Independência, o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Edson Fachin suspendeu trechos de decretos que afrouxavam as regras para a compra de armas e munição. Na decisão, escreveu que o início da campanha "exaspera o risco de violência política".

Aluno da pensadora Hannah Arendt, o ex-chanceler e professor da USP Celso Lafer disse, que nas eleições passadas, desde a redemocratização, e ainda na distensão do regime militar, as relações políticas eram caracterizadas pela dinâmica entre adversários. "Ela podia ser mais incisiva ou intensa, mas não passava pela intimidação da violência.".

As instituições teriam fracassado para conter a violência política? Lafer afirmou que as medidas tomadas pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral), como limitar o porte de arma no dia da eleição, são medidas que defendem o estado democrático de direito.

Para José Álvaro Moisés, a violência política não visa só destruir quem pensa ou tem características diferentes. Ela também pretende estabelecer um clima de medo para paralisar opositores. "É a contraposição da ideia da política baseada na lei", disse o cientista político.

Lafer aponta o dedo para a maneira pela qual Bolsonaro se comporta na esfera pública. O ex-chanceler no governo Fernando Henrique Cardoso vê nela inspiração nas concepções do pensador alemão Carl Schmitt. "A polícia não é uma relação entre adversários, mas uma relação de amigo e inimigo, que eu conduzo com o fim de destruir o inimigo por meio da intimidação da palavra e da violência." Lafer e outros temem uma escalada.

Para ele, o ímpeto com o qual Bolsonaro procurou disseminar o uso de armas, contrariando a legislação anterior, facilita que a violência ocorra na sociedade e assuma as características políticas. Em Crises da República, Arendt afirmou que a violência destrói o poder e seu uso "compromete o poder no âmbito de uma democracia".

Por isso que essa eleição seria uma eleição com características únicas e que se diferencia, inclusive da eleição de 2018 em que Bolsonaro foi eleito, porque, segundo Lafer, ela se faz agora a partir do acúmulo de recursos de que ele dispõe como presidente. Moisés considera que, desde 2018, há um clima de naturalização da violência, que se acentuou neste ano para permitir aos contendores usar esse mecanismo para fazer valer a sua vontade. "Para evitar o que Thomas Hobbes chamava de guerra de todos contra todos e, sabendo que não se pode ganhar sempre, concorda-se em participar do processo em que nem sempre se ganha, mas preserva o clima de sobrevivência, união e busca de consenso", disse.

Para o professor de ética Renato Janine Ribeiro - que ocupou a pasta da Educação no governo de Dilma Rousseff (PT) -, a resposta não está apenas no presente, mas em como as instituições se comportaram diante da história. "Em grande parte o que vivemos é fruto da leniência com que as instituições e a própria mídia trataram o atual governante. Ele devia ter sido punido quando ameaçou por bombas e quartel e defendeu fuzilar Fernando Henrique." Lafer ressalta que o principal suporte desse fenômeno da violência é a retórica. O ex-chanceler a diferencia do "nós e eles" de Lula, que não usa palavras como "metralhar" e "eliminar". 

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Datafolha: Lula mantém 45%. Bolsonaro vai a 34%




foto:g1


Segundo pesquisa do Datafolha divulgada nesta Sexta (9), encomendada pelos veículos "Folha de S.Paulo" e Globo, o ex-presidente Lula (PT) tem 45% das intenções de voto no primeiro turno das eleições presidenciais. 

Ele é seguido pelo atual presidente, Jair Bolsonaro (PL), por 34%. Simone Tebet (MDB) tem 5%, enquanto Ciro Gomes (PDT) tem 7%.

Lula permaneceu inalterado em relação à pesquisa anterior do Datafolha de 1º de setembro. Bolsonaro subiu de 32% para 34% ao mesmo tempo, enquanto Ciro tinha 9% e agora tem 7%. Os 5% da outra pesquisa vão para a Tebet, e Soraya Thronicke, fica com 1% 

Lula aparece na frente por 11 pontos. A distância entre os dois está em seu ponto mais baixo desde maio, segundo o Datafolha (48% a 27% neste caso específico, uma diferença de 21 pontos). Essa diferença foi de 13 pontos (45% a 32%) no estudo anterior realizado na primeira semana de setembro.

Nos dias 8 e 9 de setembro, 2.676 pessoas foram entrevistadas pelo estudo em 191 municípios. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, mais ou menos. A pesquisa foi registrada no TSE sob o número BR-07422/2022.

sexta-feira, 9 de setembro de 2022

Nota de Esclarecimento




A Secretaria de Assistência Social, vem a público repudiar a entrevista e a matéria veiculada nas redes sociais feita pelo atual Presidente da Câmara de Vereadores, onde o mesmo cita que, "a cesta básica entregue as famílias cadastradas nesta secretaria, só contém quatro itens e que os mesmos seriam retirados da merenda." 

Esclarecemos ao povo de Tabira que o Presidente da Câmara falou grandes mentiras, uma vez que há, por parte desta Secretaria, licitação de forma clara e transparente para adquirimos os produtos através da empresa ganhadora Box da Economia. 

Mais uma vez repetimos: o que o Presidente da Câmara disse é inverídico e irresponsável. É politicagem desonesta e repugnante.

Seguiremos trabalhando honestamente, olhando para os mais humildes, quem de fato precisa dos nossos trabalhamos sabe a forma humana e igualitária que tratamos nossos usuários. 

Por fim, repudiamos as parciais e descabidas entrevista e matéria.

Nota de repúdio




A Secretaria de Educação por meio do Setor de Merenda esclarecer, bem como, repudiar a citação feita em Sessão da Câmara Municipal pelo presidente Djalma em que insinua que cestas básicas estariam sendo retiradas da merenda escolar, informação esta, inverídica, sem provas e sem cabimento. 

A Secretaria de Educação e o Setor de Merenda escolar tem a consciência plena do grau de responsabilidade que se tem frente a execução do Programa Nacional de Alimentação Escolar em atendimento aos alunos da rede municipal de ensino. Assim como todas ações realizadas pelo setor, além da aquisição, elaboração de cardápio, distribuição de gêneros alimentícios nas escolas e confecção das preparações que são distribuídas aos alunos em cada escola são devidamente acompanhadas, após aprovadas pelo CAE (Conselho de Alimentação Escolar) do município. 

Então, para que haja uma denúncia, existe a necessidade prévia de averiguação para constatação da execução da ação. O que de fato, a secretaria de Educação como um todo, tem a certeza absoluta da inverdade do ato. 

A Secretaria de Educação por meio do Setor de Merenda, estará sempre a disposição para que quiser acompanhar o trabalho diário e todas ações executadas.

Vale ainda aposentar que as cestas básicas são entregas pela Secretaria de Assistência Social por meio de um cadastramento, onde recebem as cestas e outras vantagens destinadas às pessoas cadastradas.


ASCOM - Secretaria Municipal de Educação

Charlles e Tiringa fazem campanha no Pajeú



Na sexta-feira, 8 de setembro, Charlles e Tiringa, dupla do YouTube que concorre à disputa co-eletiva para o cargo de deputado federal por Pernambuco pelo PRTB, visitaram a região do Pajeú e foram recebidos por muitos jovens.

“Só em Pernambuco, aproximadamente 1 milhão de eleitores têm entre 16 e 20 anos. Parte destes jovens eleitores vai votar pela primeira vez para o cargo de Deputado Federal e contamos com os votos deles”, afirmou Charlles.

Enquanto se moviam pela multidão, a dupla estava se divertindo com seus apoiadores e arrancando risadas de todos nas proximidades. A dupla esteve em cidades como Afogados da Ingazeira. Os candidatos à Câmara Federal irão visitar as comunidades de Tuparetama, Jabitacá e Iguaraci no dia 9 de setembro.

Os youtubers iniciarão o roteiro do final de semana no sábado, 10 de setembro, passando pela Sertânia, Custódia e Ibimirim. No dia 11 de setembro, Charlles e Tiringa visitaram Petrolândia, Floresta e Belém do São Francisco para completar seu roteiro semanal.

quinta-feira, 8 de setembro de 2022

Morre a rainha Elizabeth II, aos 96 anos, na Escócia


A rainha Elizabeth II do Reino Unido, de 96 anos, faleceu nesta sexta-feira, 8 de agosto, no Castelo de Balmoral, na Escócia.

O príncipe Charles, filho mais velho e herdeira da monarca, e sua esposa Camilla estão dentro do castelo junto a rainha.

Os filhos da rainha, os príncipes Andrew e Edward, bem como o sobrinhos da monarca, o príncipe William, chegaram à Escócia. Os príncipes William e Harry, assim como a esposa do príncipe, Meghan Markle, também viajam para a região.

Miguel visita o Mercado de Cavaleiro e apoia investimentos em centros comerciais públicos



Miguel Coelho, candidato a governo de pernambuco, visitou o Mercado Público de Cavaleiro em Jaboato dos Guararapes nesta manhã (8). A atividade faz parte de um conjunto de eventos programados em locais públicos com alta concentração de trabalhadores. Durante a visita, Miguel defendeu que os investimentos em equipamentos desse tipo são cruciais para a geração de renda.

Por mais de uma hora, o ex-prefeito de Petrolina conversou com feirantes, lojistas e pedestres da região, além de moradores locais que costumam fazer compras no mercado. O candidato ouviu inúmeras queixas sobre a sujidade do entorno, a falta de manutenção e a deterioração da infraestrutura.

“Pretendemos fazer parcerias para revitalizar esses espaços com as prefeituras. Os mercados públicos, além de gerarem emprego e renda, com comércios movimentados, são atrativos também para o turismo de muitas cidades pernambucanas. Estamos visitando, conversando com os comerciantes e firmando o compromisso de a partir do próximo ano termos um governador que trate espaços como este, que recebem milhares de pessoas, como uma prioridade de governo”, declarou.

Miguel visitou inúmeras feiras e mercados públicos ao longo da campanha e no período que antecedeu a campanha. O candidato já visitou áreas comerciais em cidades como Recife, Gravatá, São José do Egito, Caruaru, Riacho das Almas, entre outras. Encontros políticos em Olinda e Jaboato estão na agenda de Miguel para esta semana.

Apple divulga preços de novos iPhones 14 no Brasil; valores chegam a R$ 15.500


foto: Uol

Após revelar as características dos novos modelos em evento na quarta-feira, a Apple revelou os preços da nova linha de iPhones no Brasil ( 7). São quatro versões do iPhone 14 que variam de R $ 7.599 a R $ 15.499 dependendo do modelo e capacidade de armazenamento . 

O lançamento dos smartphones no Brasil não está previsto , mas no site da Apple já é possível ver que os clientes poderão parcelar suas compras em até 12 parcelas iguais ou pagar à vista e receber um desconto de 10 % . 

A empresa anunciou que o produto não inclui um adaptador de energia ou EarPods, mas vem com um cabo de carregamento USB-C para carregar o dispositivo.A venda de iPhones sem carregador foi suspensa no início da semana pela Secretaria Nacional do Consumidor ( Senacon ) , órgão ligado ao Ministério da Justiça, e a Apple foi multada em R $ 12.274.500,00 .

Veja abaixo os valores das versões brasileiras do iPhone 14 :

iPhone 14

iPhone 14 (128 GB): R$ 7.599
iPhone 14 (256 GB): R$ 8.599
iPhone 14 (512 GB): R$ 10.599
iPhone 14 Plus


iPhone 14 Plus (128 GB): R$ 8.599
iPhone 14 Plus (256 GB): R$ 9.599
iPhone 14 Plus (512 GB): R$ 11.599
iPhone 14 Pro


iPhone 14 Pro (128 GB): R$ 9.499
iPhone 14 Pro (256 GB): R$ 10.499
iPhone 14 Pro (512 GB): R$ 12.499
iPhone 14 Pro (1 TB): R$ 14.499
iPhone 14 Pro Max


iPhone 14 Pro Max (128 GB): R$ 10.499
iPhone 14 Pro Max (256 GB): R$ 11.499
iPhone 14 Pro Max (512 GB): R$ 13.499
iPhone 14 Pro Max (1 TB): R$ 15.499

Ex-prefeito de Sanharó, Heraldo Oliveira (PSB) e o vereador Dido de Mulungu (PSB) anunciaram apoio à majoritária da Coligação Pernambuco na Veia



Marlia Arraes, candidata a governadora de Pernambuco, recebeu apoio adicional de integrantes da Frente Popular na quarta-feira, 7 de julho .Desta vez , prefeito de Sanharó, Heraldo Oliveira (PSB), e a ex-primeira-dama Flávia Didier e o vereador Dido de Mulungu (PSB) Chegram ao projeto liderado pela neta de Miguel Arraes.

Nós acreditamos que Marília representa a mudança para Pernambuco. Estamos cansados do atraso. Tenho certeza de que ela será a nossa governadora a partir do ano que vem”, afirma Heraldo. “Marília significa esperança, mudança, renovação. Acredito que ela vai trabalhar incansavelmente por Sanharó e Pernambuco”, ressalta o vereador Dido.

quarta-feira, 7 de setembro de 2022

200 anos de Independência




Começo meu dia falando do meu orgulho de ser brasileira,

apesar de tudo que o Brasil vem passando nos últimos tempos.

Ainda consigo me emocionar ouvindo nosso hino, ainda consigo me emocionar vendo nossos símbolos, principalmente a nossa bandeira.

É tempo de resgatar nossa esperança em dias melhores, é tempo de resgatar os emblemas que tentaram roubar do povo brasileiro, na força do ódio, das mentiras, do desgoverno.

É tempo de devolver ao Brasil o sentimento de patriotismo, de amor por tudo que verdadeiramente nos representa.

Ouvi durante a semana muitos discursos de que não seria válido ir às ruas desfilar no 7 de Setembro, que não teríamos motivos. Declaração injusta demais!

É um dia muito importante, que marca os 200 anos de independência do nosso país, comprovando que uma nação livre tem a democracia como elemento principal.

Hoje mais do que nunca eu sou e me sinto brasileira e manifesto integralmente o meu desejo de lutar por um lugar melhor, vendo nas políticas públicas uma saída.

Não tenho como não falar de esperança, não tenho como não falar de amor, porque acredito demais que no próximo 7 de Setembro já estaremos libertos de uma onda de ódio que tenta se instalar no nosso país.

O Brasil não merece, as pessoas não merecem.

Nunca precisamos tanto da participação das pessoas, do discernimento, do pronunciamento. 

Encerro citando Paulo Freire: "Que é mesmo a minha neutralidade senão a maneira cômoda, talvez, mas hipócrita, de esconder minha opção ou meu medo de acusar a injustiça? Lavar as mãos em face da opressão é reforçar o poder do opressor, é optar por ele"....

O Brasil precisa de cada um de nós!

Por: Maria Rita Dias



Jornalista Evandro Lira começa nova jornada em emissora da Paraíba

Foto: Evandro Lira O jornalista Evandro Lira está prestes a começar uma nova jornada em sua carreira de mais de 25 anos. Ele foi convidado p...