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| Walderice Santos da Conceição, conhecida como 'Wal do açaí', com Carlos e Jair Bolsonaro Foto: Reprodução |
sábado, 14 de maio de 2022
Por que a Wal do Açaí precisa ser defendida pela AGU?
sexta-feira, 13 de maio de 2022
Marília Arraes, com o olho na cidadania e no fortalecimento da caminhada.
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| Foto: divulgação |
quinta-feira, 12 de maio de 2022
Transporte Escolar Seguro é assunto de reunião da diretoria da Amupe


Projeto “Da Poesia ao Vídeo” leva oficinas gratuitas ao interior do Estado.
Com incentivo do Funcultura, oficina está em circulação por Pernambuco e, até julho, leva formação audiovisual gratuita a sete cidades pernambucanas.
Um mergulho teórico e prático na realização de videopoemas. É isso que propõe o projeto “Da Poesia ao Vídeo”, uma oficina audiovisual promovida pela pernambucana Eva Jofilsan. Com incentivo do Funcultura, a iniciativa está em circulação pelo interior de Pernambuco e, até julho, chegará a sete cidades pernambucanas, levando formação gratuita a público geral e estudantes de escolas públicas.
Com carga horária de 20 horas-aula, a oficina conduz os
participantes, primeiramente, por imersão em conteúdos teóricos para conhecerem
particularidades, história e proposições estéticas do gênero. Depois partem
para a prática, na qual se lançam em atividades como criação imagética através
de textos poéticos, decupagem, roteirização, filmagem e edição. Após uma semana
de aula, os participantes assistem ao videopoema produzido.
Com passagem por sete cidades pernambucanas até julho, a
circulação 2022 da oficina “Da Poesia ao Vídeo” iniciou por Taquaritinga do
Norte, em março passado. Em parceria com a Mostra Curta Taquary, a oficina no
município foi voltada integralmente para estudantes da escola pública Padre
Ibiapina, no distrito de Gravatá do Ibiapina.
Neste maio, o projeto chegou a mais quatro cidades – Afogados
da Ingazeira (2 a 6/5), na programação da Mostra Pajeú de Cinema; Arcoverde (9
a 13/5), dentro da Mostra Aldeia Olho D’água dos Bredos; Garanhuns (23 a 27/5);
e Aldeia Bem Querer de Cima, em Jatobá (3/5 a 3/6), esta última voltada
especialmente para os indígenas Pankararus.
“A oficina vem para difundir o gênero da videopoesia e
incentivar que cada vez mais pessoas de diferentes realidades possam contar
suas histórias através da interligação entre literatura e audiovisual”, explica
Eva Jofilsan, que desde 2015 realiza a oficina em escolas, festivais e mostras
de Pernambuco. Durante a pandemia, a realizadora ainda promoveu uma edição
virtual, com apoio da Lei Aldir Blanc, intitulada “Poema em Movimento”.
A oficina “Da Poesia Ao Vídeo” vai percorrer o interior de
Pernambuco até julho, chegando ainda a Vitória do Santo Antão e Goiana.
Novidades sobre a iniciativa podem ser conferidas no Instagram
@dapoesiaaovideo. O projeto é uma realização da Espiral Filmes com produção da
Anilina Produções e incentivo do Funcultura, através da Fundarpe, Secretaria
Estadual de Cultura (Secult) e Governo de Pernambuco.
Mais informações: Instagram @dapoesiaaovideo / dapoesiaaovideo@gmail.com
domingo, 8 de maio de 2022
sábado, 7 de maio de 2022
É calçando ruas e jogando merda para o leito do Rio Pajeú.
“Com a câmera de um drone teríamos a dimensão desse descaso da população e saúde pública do município. Isso não é privilégio de um bairro, é a mais democrática negligência que já vi em uma cidade. Some-se a isso redes de esgotos a céu aberto, falta de tratamento de esgotamento sanitário. É calçando ruas e jogando merda para outros locais, incluindo leito do Rio Pajeú. É a contribuição dos serviços públicos e da população para produzir mais doenças e destruir do meio ambiente”, explicou Nunes.
quarta-feira, 4 de maio de 2022
OAB-PE realiza desagravo público em Afogados da Ingazeira - PE em defesa das prerrogativas do advogado Hiago Alves
sexta-feira, 22 de abril de 2022
Municípios do Submédio São Francisco avançam na elaboração dos PMSB.



CODEVASF - A ESTATAL POR ONDE VAZA DINHEIRO AOS AMIGOS.
Os claros sinais de influência do
centrão estavam postos desde o começo do mandato de Bolsonaro, mas só quando
olhamos para a CODEVASF conseguimos ter uma noção mais ampla de como se
fortalecem essas relações.
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| CENTRÃO NO GOVERNO Expoente do Centrão, o ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, conversa com o presidente Jair Bolsonaro: para onde vai o dinheiro? (Crédito: Pedro Ladeira) |
Ainda em 2016, questionada sobre
por que articulava com o centrão, a ex-presidente Dilma Rousseff afirmou que
“governar sem partidos é flertar com o autoritarismo”. Mas e quando as relações
partidárias se tornam tão intrínsecas a um governo que fica difícil identificar
quem é quem ou onde começa um partido e termina outro? Essa é a dúvida que tem
rondado a cabeça dos cientistas políticos do Brasil neste momento. O governo
Jair Bolsonaro aproximou o Executivo ao Legislativo como nunca antes visto na
nova República, e abriu uma categoria especial de relações: as que só valem
para os amigos do rei. Uma espécie de institucionalização da barganha. E, como
bom entendedor do Congresso, Bolsonaro e seus pares do centrão desenvolveram
estruturas que, maquiadas na legalidade constitucional, passam uma falsa
sensação de normalidade e permitiram que não juntássemos as peças de um
quebra-cabeças perigoso.
E assim passaram-se três anos de
governo. O problema é que estruturas políticas são feitas por pessoas. E
pessoas mudam de lado. Principalmente quando o vento da eleição começa a ir
para outra direção. Dessa maneira, algumas questões das profundezas do governo
começam a chegar à superfície. Uma delas foi exposta pelo jornal Folha de São
Paulo na segunda-feira (18) ao mostrar que caminhos estranhos de projetos,
licitações e recursos financeiros apontavam para o mesmo lugar. A Companhia de
Desenvolvimento dos Vales do Rio São Francisco e do Parnaíba (Codevasf).
Segundo a reportagem, lá foram negociados termos do Orçamento secreto. Passaram
licitações de tratores com preços que levantavam suspeitas, e também por lá
eram fechados contratos com a Engefort, empresa de construção que ganhou 53 das
99 licitações que participou. E para poder atender essa demanda que cresceu
mais de sete vezes entre 2018 e 2020 a estatal precisava de mais poderes. Antes
focada em investir em recursos hídricos e obras de infraestrutura para uma
região limitada, o presidente Bolsonaro autorizou, em 2020, que área de atuação
da estatal passasse para 15 estados.
EMENDAS Em 2021, de acordo
com dados do Portal da Transparência, a estatal recebeu R$ 3 bilhões do governo
federal por meio de emendas parlamentares. O problema é que o site não detalha
para onde foram os recursos, nem quais deputados destinaram a verba. Também não
há informação de partidos nem dados de como se deram os processos licitatórios.
E essa era a peça do quebra-cabeça que faltava. Sabíamos do Orçamento secreto
(e ele era constitucional, como disseram os Três Poderes). Também víamos o
centrão dominar o Palácio do Alvorada, mesmo sem cargos no governo (até aí,
tudo dentro da normalidade). E havia uma peça faltando. Agora parece não haver
mais.
REGIÕES SUDESTE E NORDESTE SÃO AS MAIS CORTEJADAS PELOS PRESIDENCIÁVEIS
Por Wesley Oliveira - Gazeta do Povo.
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| Foto: Dênio Simões MDR |
As duas regiões mais populosas do
Brasil, Sudeste e Nordeste são as apostas dos principais nomes da corrida
presidencial deste ano, até o momento. Além da preocupação com a formação de
palanques nestas regiões, nomes como do presidente Jair Bolsonaro (PL), do
ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Ciro Gomes (PDT) e João Doria
(PSDB) estão concentrando suas agendas nos estados destas regiões neste período
de pré-campanha.
Conciliando as atividades de
presidente com a pré-campanha à reeleição, Bolsonaro intensificou o ritmo de
viagens pelo país nos últimos meses. Há algumas semanas, por exemplo, Bolsonaro
esteve no Piauí, onde inaugurou o serviço 5G em uma fazenda, na cidade de Baixa
Grande do Ribeiro, a 583 km de Teresina.
Antes disso, o chefe do Palácio
do Planalto já havia passado pelo Rio Grande do Norte para entregar uma estação
de trem em Natal e pela Bahia, onde participou do lançamento de uma obra para o
Hospital Santo Antônio, em Salvador. Apesar do tom eleitoral dos eventos,
onde o presidente costuma posar ao lado de nomes que irão construir palanques
para sua candidatura nestes estados, Bolsonaro sinalizou que não está em
campanha política.
"Nós conhecemos na pele o
que foi feito nesses últimos 14 anos em nosso Brasil. Não queremos isso de
volta. Ninguém está aqui fazendo campanha política. Estamos botando na mesa o
que aconteceu lá atrás e o que acontece nos três anos do nosso governo",
afirmou o presidente, sem citar nomes durante sua passagem pelo Rio Grande do
Norte.
No mesmo evento, Bolsonaro também
listou iniciativas do seu governo, como Auxílio Brasil e a conclusão da
transposição do Rio São Francisco, para defender o legado do governo. Nos
encontros, estiveram ao lado do presidente os então ministros Rogério Marinho
e João Roma, pré-candidatos ao Senado no Rio Grande do Norte e ao governo da
Bahia, respectivamente.
Já no Sudeste, Bolsonaro tem
investido na candidatura de aliados, como a do ex-ministro Tarcísio de Freitas
(Republicanos) ao governo de São Paulo, para ampliar sua base no maior
colégio eleitoral do país. No começo de março, o presidente usou o evento de
concessão de rodovia em São Paulo para enaltecer a pré-candidatura do agora
ex-ministro da Infraestrutura.
Ainda no Sudeste, o presidente
passou por Minas Gerais na semana passada, onde participou de uma cerimônia de
regularização fundiária em uma cidade do noroeste mineiro – de acordo com o
governo federal, 8.225 famílias mineiras receberam títulos de propriedade
emitidos pelo Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) desde
2019. Na ocasião, Bolsonaro disse que ainda neste ano quer voltar a Juiz de
Fora, cidade mineira onde foi alvo de um atentado a faca.
"Eu quero voltar a Juiz de
Fora ainda no corrente ano. Ali, aquela cidade marcou a minha vida. Boas
lembranças tenho em grande maioria naquele local. Ali, os médicos e
profissionais de saúde da Santa Casa salvaram a minha vida. Ali, despontou uma
pessoa que, mais do que jurar a vida pela sua Pátria, tudo fará também pela
nossa liberdade", afirmou o presidente.
No fim do mês, a expectativa é de
que Bolsonaro volte a Minas Gerais para participar da abertura da Expozebu. Em
maio, outras viagens ao estado estão previstas, para visitar e autorizar obras
em cidades como Governador Valadares, Montes Claros e Belo Horizonte.
Com a oficialização da indicação
de Geraldo Alckmin (PSB) com vice na chapa do PT, o ex-presidente Lula pretende
intensificar a pré-campanha pelos estados a partir do mês de maio. A
pré-candidatura deve ser lançada durante um evento marcado para o ocorrer em
São Paulo no dia 7 de maio, ao lado de lideranças de partidos como PCdoB, PV e
PSol.
A partir daí, a expectativa é de
que, assim como Bolsonaro, estados da região Sudeste e Nordeste ganhem
protagonismo nas agendas de Lula e Alckmin. A cúpula do PT prepara uma caravana
de Lula pelo estado de Minas Gerais, segundo maior colégio eleitoral do país,
onde o petista pretende amarrar o seu palanque no estado junto ao pré-candidato
ao governo mineiro pelo PSD, Alexandre Kalil.
De Minas, Lula pretende embarcar
para o Nordeste, onde vai manter agendas com governos aliados e lideranças
estaduais. Aliados do ex-presidente admitem que o crescimento de Bolsonaro nas
pesquisas acendeu um alerta dentro do PT e que, a partir de agora, a
margem para erros está reduzida e é preciso partir para o modo campanha o
quanto antes.
Paralelamente, Alckmin vai rodar
o estado de São Paulo na busca de reduzir as resistências em relação à sua
composição com o PT. Além disso, o ex-governador pretende trabalhar em estados
do Sul, região onde Lula ainda não conseguiu consolidar palanques competitivos
para a disputa.
“Agora é que vamos começar a
viajar, conversar, explicar, convencer, de maneira respeitosa, mas mostrando a
realidade que estamos vivendo e os riscos que a política e o povo estão
correndo”, disse Alckmin.
Buscando viabilizar sua
candidatura ao Palácio do Planalto pelo PSDB, o ex-governador de São Paulo João
Doria escolheu os estados do Nordeste para começar sua pré-campanha. A
estratégia, segundo aliados do tucano, é de que Doria se torne conhecido por parte
desse eleitorado. No último levantamento do instituto Quaest, de abril, o
pré-candidato não pontuou no Nordeste nem no Norte.
"Vou começar pelas regiões
mais pobres e mais vulneráveis no Nordeste brasileiro, dialogando com a
população e conhecendo ainda melhor os seus problemas", sinalizou Doria.
Um dos primeiros destinos de
Doria foi Rio de Contas (Chapada Diamantina, Bahia), cidade onde o pai
dele nasceu. Ao lado do prefeito, Dr. Cristiano Cardoso de Azevedo (PSB), o
pré-candidato visitou o cartório da cidade — que ainda tem guardados os
documentos de sua família — e a casa de seu avô, construída no século 19.
Na passagem pela cidade, Doria
gravou algumas imagens que devem ir ao ar na propaganda partidária do PSDB no
final deste mês. A ideia, segundo aliados do governador, é remontar a
estratégia de 2018, quando o então candidato ao governo de São Paulo usou como
mote da campanha o slogan o “João trabalhador”, mas desta vez embalado pelo
slogan de “pai da vacina”.
Na contramão de João Doria, o
ex-governador do Ceará e ex-ministro Ciro Gomes (PDT), deixou o Nordeste e
concentrou suas agendas neste primeiro trimestre nos estados do Sudeste. Neste
período, por exemplo, a campanha do pedetista trabalhou para viabilizar
palanques em estados como São Paulo e Rio de Janeiro.
Como estratégia, Ciro Gomes
deixou Fortaleza, no Ceará, e se mudou para São Paulo no final do ano passado.
"Hoje, São Paulo é o centro da crise brasileira, e não há saída para o
Brasil sem passar, antes, por São Paulo", justificou o pré-candidato.
Assim como Ciro Gomes, a pré-candidata pelo MDB, senadora Simone Tebet tem concentrado suas agendas pelo Sudeste, em visitas e encontros com aliados de São Paulo e Rio de Janeiro. A região concentra os principais nomes do MDB que tentam viabilizar a pré-candidatura de Tebet pela chamada terceira via.
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